Sony procura o melhor fotógrafo português

Os Sony World Photography Awards regressaram e procuram o melhor fotógrafo nacional. As candidaturas devem ser submetidas até 5 de janeiro do próximo ano.

Os Sony World Photography Awards celebram 10 anos e estão, novamente, a procurar os melhores trabalhos fotográficos. Para além das categorias Profissional, Aberto, Juventude e Student Focus, o concurso procura o melhor fotógrafo de cada país, incluindo Portugal.
concurso procura as melhores imagens de 10 categorias: arquitetura, cultura, fantasia, movimento, natureza, vida selvagem, retrato, viagens, fotografia de rua ou «natureza morta«. Todas as fotografias submetidas a concurso devem ser tiradas em 2016.
Cada pessoa pode concorrer com três imagens gratuitas, com tamanho entre 1MB e 5MB e em formato JPEG ou TIFF. É ainda requisito obrigatório ter nacionalidade portuguesa. O concurso tem candidaturas abertas até 5 de janeiro de 2017.
De 9 a 31 de janeiro, o júri vai avaliar os trabalhos e os vencedores vão ser conhecidos numa cerimónia, em Londres, a 17 de abril do próximo ano.
O vencedor do concurso ganha 5 mil dólares, equipamento da Sony, voo e estadia gratuita para a cerimónia de entrega de prémios, em Londres. Os vencedores de cada categoria também recebem equipamento da Sony.
Para além destes prémios, os vencedores vão ver os seus trabalhos divulgados na página da organização e em exposição na Somerset House, em Londres, durante a primavera de 2017.

Enchanted Bamboo Lights

The season of a firefly comes around in Japan at the beginning of a rainy season. This firefly is a species called Luciola parvula, and repeats blink. [Hime-HOTARU] Call a firefly in Japan. This species flies in the beautiful forest. In particular, the firefly in bamboo forest is valuable. The population of these firefly decreases every year in Japan. These may be influence by environmental destruction. This picture was taken under a little moonlight.

https://www.worldphoto.org/sony-world-photography-awards

 

Mário Macilau, até 31 de Julho

O fotógrafo moçambicano Mário Macilau, uma figura de destaque de uma nova e impressionante geração de fotógrafos Africanos, apresenta trabalho da série ‘Out of Town’ – um retrato com grande poder poético das populações rurais do Quénia e de Moçambique.

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A não perder, até 31 de Julho na Galeria Belo-Galsterer, na Rua Castilho, 71 R/C Esq. em Lisboa.

 

 

Long time, no see – Porto sentido, há vinte anos

Dom-Luis-Bridge-Porto

A fotografia que todos fizemos quando passámos pelo Porto. Uma das cidades que mais me deu, onde mais gostei de viver. Esta imagem, com quase 20 anos, é a de um Porto que talvez já não exista, mas que certamente marcou várias gerações.

Fujifilm GA645 Professional, Kodak TMax 100 Professional – parece que há vinte anos tudo se intitulava “Professional”.

Para quem quiser saber um pouco mais acerca desta médio formato analógica, muito adaptada à street photography, já na altura, link abaixo.

http://www.dantestella.com/technical/ga645.html

 

Festival de Jazz de Viseu

Decorreu nos últimos dias – entre 19 e 24 de Julho – a 4ª edição do Festival de Jazz de Viseu, evento de relevo no panorama cultural da cidade e que fotografei no âmbito do ensaio “No Surrender”, sobre Viseu e a região do Dão.

Das 1200 fotografias que realizei 26 são publicáveis. Dessas 26 publico aqui as 18 que melhor ilustram a minha interpretação do que fui vendo ao longo da semana – quase ao jeito de uma “jam session”.

Para além das fotografias fica o som, as bandas que ouvi durante estes dias, quer no Grão Vasco, quer no Lugar do Capitão, quer no Parque Aquilino Ribeiro – de exceção a grande maioria, fiquei deveras impressionado com The Rite of Trio, brilhante.

Todas as fotos com Fujifilm X-Pro2.

A home with a view – foto ensaio sobre o drama dos habitantes das ilhas barreira no Algarve

HWV045 copy (Fujifilm X-Pro 1, 56mm F1.2 R, 1/300, f8, ISO 800, spot metering)

Há algumas semanas perguntaram-me num workshop se utilizava a X Series da Fujifilm para trabalho profissional. Compreendo a pergunta, tantas e tantas vezes deixamos mitos influenciar aquilo que pensamos acerca de tudo e de nada.

Sim, utilizo, aliás única e exclusivamente, equipamento Fujifilm X Series para tudo o que faço, desde 2014. Não querendo ser excessivamente extenso, detalho a seguir.

Não foi fácil tomar a decisão de “arquivar” as DSLR, vender toda a parafernália de equipamento, acessórios, sacos, mochilas, perdendo obviamente dinheiro em todo o processo. Fui utilizador Canon durante décadas, usei Nikon alguns meses, utilizei médio-formato durante a época áurea do analógico e ampliei milhares de fotografias num Kaiser com lentes Rodenstock. Tenho, julgo, conhecimento suficiente acerca do processo fotográfico para poder avaliar com algum grau de certeza se o equipamento que tenho entre mãos é ou não capaz de produzir resultados de qualidade, publicáveis em qualquer suporte ou jornal do mundo, impresso ou online.

Este ensaio – publicado pelo jornal The Guardian no Reino Unido, publicado pela revista da Royal Photographic Society na edição impressa de Junho de 2016 e pelo jornal Público hoje (21.07.2016),  foi integralmente produzido com X Series da Fujifilm, mais concretamente uma X-Pro 1 e três lentes prime (23mm F1.4, 35mm F1.4 e 56mm F1.2), nada mais. Caminhei por toda a ilha da Culatra, quase sempre em cima de areia, debaixo de sol intenso na maioria dos dias. Com esta configuração de equipamento nunca carreguei mais de um quilograma na mão, o saco Lowepro Event Messenger 250 com as duas lentes e uma XT-1 de backup pouco pesava, o que me permitiu colocar toda a energia na recolha de imagens.

Fiz o upgrade para uma X-Pro 2 na altura do seu lançamento e reitero toda a confiança no sistema brilhante que a Fujifilm tem vindo a desenvolver.

 

 

Morreu Billy Name, fotógrafo da Factory de Andy Warhol

O fotógrafo que se tornou o braço-direito de Warhol durante os anos 1960 morreu nesta segunda-feira, aos 76 anos, em Hudson.

William Linich, mais conhecido como Billy Name, é um dos mais importantes nomes da cena artística avant-garde nova-iorquina e do círculo de artistas que rodeavam Andy Warhol. Name foi o fotógrafo residente do seu estúdio, The Factory, e é graças a ele que hoje há um registo de todos os cantos daquele que era o mais rico ponto de encontro cultural na altura. Billy Name morreu nesta segunda-feira aos 76 anos, em Hudson, e já tinha vários problemas de saúde há algum tempo, incluindo diabetes. A notícia foi confirmada pelo seu agente, Dagon James, numa publicação feita no seu Instagram. “Para o mundo, ele era Billy Name. Para mim, era apenas Billy, uma alma bondosa, um artista brilhante e um dos meus melhores amigos.”

O fotógrafo, que trocou a cidade natal de Poughkeepsie pela palpitante vida artística em Nova Iorque, cedo começou a cruzar-se com nomes como o músico LaMonte Young e o grupo Fluxus, do qual fazia parte Yoko Ono. Em 1959, aos 19 anos, conheceu Andy Warhol enquanto trabalhava num restaurante, e os dois tiveram uma relação amorosa que rapidamente se tornou numa colaboração artística.

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Fujifilm X-T2 Vs. X-Pro2 :: Autofocus Differences… And Why the X-T2 is (and Will Always Be) Better for Sports!

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Source: Fujifilm X-T2 Vs. X-Pro2 :: Autofocus Differences… And Why the X-T2 is (and Will Always Be) Better for Sports!