What happens at ISO 20000?

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What happens at ISO 20000? Well, pretty much a bit of grain. These photographs were taken with available light – believe me “available” is an overstatement. Two or three 40W lightbulbs, scattered along the stage, musicians moving all over the place. Even at f1.4 things were hard. So cranking up the ISO was basically the only way the get this right.

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For those of us that still remember film, being able to record an event under this sort of circumstances with such detail and with this little amount of noise is a nothing short of a revolution.

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If there is something the digital age has brought to us is the ability to still have your job done even under extremely difficult scenarios. Of course, speed, resolution and the lot also have improved.

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All these photographs were taken at 20000 ISO. I know, you want to me let you know what camera did I use, lens and all that. Rest assured, there are a few cameras (and some of them aren’t full frame) that can do this. But, can you?

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Are you brave enough to crank up the ISO and stop complaining? Try… you will be surprised.

Have a great 2018!

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Flamenco

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Tem tanto de energia pura como de alma – o flamenco traduz a essência do povo espanhol tão bem como o fado traduz a nossa. Estes momentos, captados num espectáculo memorável em Alfândega da Fé, testemunham isso mesmo.

Palavras para quê?

 

Todas as fotografias ©Município de Alfândega da Fé

Feliz 2018

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Escolhi esta fotografia de um peregrino, exausto depois de cumprir a sua promessa, junto à Capela das Aparições em Fátima em pleno 13 de Maio, para ilustrar sacrifício, dedicação e fé. Não necessariamente num credo em particular, em nenhum em especial. A Humanidade precisa, desesperadamente, de uma inversão de valores. Temos que deixar de endeusar os bens materiais, de ligar sucesso a dinheiro, a riqueza material. É crítico que a acumulação absurda de riqueza em meia dúzia de mãos termine e que haja mais justiça social, menos desigualdade, maior equilíbrio, através do trabalho e da responsabilização colectiva, valorizando atitudes proactivas, fazendo pleno uso da democracia. Fé, fé na humanidade, acreditar que somos capazes de travar esta espiral de ganância que coloca em perigo a sustentabilidade do planeta. Dedicação a causas comuns, espírito de corpo.

Feliz 2018!

Um ano cheio

Missiva-Sr.Presidente

Este foi um ano cheio na Chappa. Deixo para outro post mais detalhe acerca daquilo que produzimos em 2017, em jeito de balanço. Neste sublinho, como não poderia deixar de ser, o reconhecimento que o Sr. Presidente da República deu ao projecto Floresta Negra.

Prometemos continuar a sensibilizar os mais jovens para a importância da floresta, para a necessária boa gestão da mesma, no sentido de garantir a sustentabilidade deste nobre recurso.

Obrigado Sr. Presidente – o orgulho que sentimos perpetua-se no nosso trabalho no Movimento Floresta Negra, em todos os momentos.

Fora da Caixa

Assalto Preview

“Fora da Caixa” – Campanha de sensibilização produzida para a APPACDM de Viseu

Este foi um trabalho diferente, muito diferente. Feito com o coração, sentido na alma, fundo. Esta é uma causa próxima, não podia deixar de ser solidário. Em 14 cenários reais, cidadãos com deficiência contracenam com figurantes “normais”, numa cidade imaginária (ou será no Município de Viseu?), em que a inclusão é absoluta. A ação desenrola-se entre os anos cinquenta e setenta do século passado.
Revelam-se hoje, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, 4 das 14 fotografias produzidas durante o mês de Novembro, em que inclusão foi palavra de ordem.
Nesta cidade de inclusão plena há cidadãos com deficiência em todos os sectores da economia. Alguns são até… fora-da-lei! Nos cenários de hoje deparámo-nos com um assalto a uma dependência do Banco Borges & Irmão em plena luz do dia, um competente par de mecânicos que aterafadamente reparam um Land Rover, dois motards de circunstância, e uma rigorosa e competente Presidente de Câmara.

Cafe Racer Preview

As 14 fotografias integrarão a agenda de 2018 da APPACDM (que todos poderão adquirir) bem como um calendário de mesa com base em madeira (muito, muito bonito) que todos os interssados poderão, igualmente, adquirir, ajudando desta forma a nobre instituição da cidade.

Mecânico Preview

A produção (Chappa e APPACDM de Viseu) envolveu mais de duas dezenas de pessoas e um conjunto de entidades cujo agradecimento público será comunicado muito em breve.

Presidente de Câmara Preview

Fotografia: John Gallo

Guantanamo – If the light goes out Edmund Clark

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“When you are suspended by a rope you can recover, but every time I see a rope I remember. If the light goes out unexpectedly in a room, I am back in my cell.” Binyam Mohamed, Prisoner #1458.

For eight years the American naval base at Guantanamo Bay on Cuba has been home to hundreds of men, all Muslim, all detained in the aftermath of the 9/11 attacks on suspicion of varying degrees of complicity or intent to carry out acts of terror against American interests. Labelled “the worst of the worst”, most of these men were guilty of nothing more than being in the wrong place at the wrong time. Many fell prey to the US military policy of paying bounty money for anyone that the Pakistani secret service, border guards or village leaders on both sides of the blurred Afghan–Pakistan border considered a possible or potential “suspect”, thereby becoming currency in the newly defined “War on Terror”.

Held in legal limbo for years and repeatedly interrogated, almost all have been released without charge, and only a very few have been tried in the special military commissions set up for the purpose. Guantanamo: If the Light Goes Out illustrates three experiences of home: at the Guantanamo naval base, home to the American community; in the camp complex where the detainees have been held; and in the homes where former detainees, never charged with any crime, find themselves trying to rebuild lives. These notions of home are brought together in an unsettling narrative, which evokes the process of disorientation central to the Guantanamo interrogation and incarceration techniques. It also explores the legacy of disturbance that such experiences have in the minds and memories of these men.

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More here: https://www.edmundclark.com/works/guantanamo/#1

 

What’s in a photo?

Terror

Terror é algo a que nos habituámos nos últimos anos. Sabemos que nenhum lugar é seguro, nenhuma cidade está a salvo. Esta fotografia retrata, de forma teatral, a potencial ameaça que todos enfrentamos nas nossas ruas, aeroportos, teatros, ciclovias. A postura do esqueleto, misto de admiração e terror, parece contrastar com a calma impassível dos muçulmanos que assistem aos movimentos da marioneta com crítica atenção. Os muçulmanos não são todos terroristas, longe disso – sabemos que a maioria do povo muçulmano não subscreve o terrorismo – mas a associação dos elementos nesta imagem parece querer levar-nos a tirar conclusões simplistas, imediatas.

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No mesmo cenário, momentos antes: uma criança crescida demais aninha-se como pode num carrinho de bebé, escondendo-se atrás de um saco gigante de M&M’s, olhando de forma medrosa, desconfiada até, para o esqueleto. Será este um sinal dos tempos? Assimetrias galopantes entre cidadãos do mesmo país, miséria, quase fome e excessos convivendo lado a lado?

Canon EOS 5D Mark II, Canon EF 70-200 F4 L USM. Leicester Square, London.