Carminho

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Concerto ao vivo – memorável. Ficam algumas fotografias de canções sentidas, cantadas com a alma que o fado – ainda que novo – exige.

Carminho encantou uma multidão enorme que, apesar da chuva e do frio, não arredou pé.

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Todas as fotografias com Olympus E-M1 Mark II, Olympus M.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO. ISO 1250 a 5000. ORF files ACR converted, Photoshop to taste.

Todas as fotografias © Município de Alfândega da Fé (Turismo de Portugal)

 

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Os Lugares do Azeite Transmontano em exposição na Feira Nacional de Agricultura 2018

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A edição deste ano da Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo tem como tema central o Olival e o Azeite. A direção da feira endereçou-me o convite para expor “Os Lugares do Azeite Transmontano” como obra ilustrativa do cultivo da azeitona, do fabrico e da cultura do azeite em Portugal. Estarão expostas 18 fotografias deste ensaio em local nobre do recinto.

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Foi com imensa honra e orgulho que aceitei o convite. Passem por lá, de 2 a 10 de Junho.

https://feiranacionalagricultura.pt

 

 

Live gigs!

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O projecto que estamos a produzir para o Município de São Pedro do Sul e cuja conclusão se prevê para o Outono de 2018, inspira-se nas muito diversas mais valias do concelho – a maior estância termal da Península Ibérica e uma das maiores da Europa, a hotelaria de excelência que serve a cidade, a serra e a paisagem inimitável, a recuperação do balneário romano – que está em curso – e onde D. Afonso Henriques foi a banhos para tratar da sua perna partida.

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Ficam aqui algumas imagens produzidas durante o Festival da Água 2017, um dos festivais que enche a cidade durante os meses de Verão; estrelas da música nacional, RFM Dance Floor (completamente à pinha nas Piscinas do Gerós), gente muito bem disposta a animar uma cidade cheia de encantos.

Todas as imagens © Município de São Pedro do Sul

Todas as imagens Olympus OM-D E-M1 Mark II, Olympus M.Zuiko Digital, 75mm f1.8, 40-150mm f2.8 PRO + MC14 Teleconverter, Olympus 7-14mm f2.8 PRO.

ACR, Photoshop to taste, no digital manipulation.

L’Avalot – Teatro de Rua – AF, gama dinâmica e baixo ruído a ISO elevado.

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Há circunstâncias extraordinariamente difíceis para equipamento e fotógrafo. Quando se é amador (perdoem-me o abuso, nada tem que ver com o mérito de cada um) e “corre mal”, perdem-se imagens que tanto gostaríamos de ter registado com sucesso. Quem da fotografia faz profissão não pode falhar – o trabalho tem que ser entregue, com toda a qualidade exigível, no prazo acordado.

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Uma das tarefas mais difíceis com que me deparei foi o registo da prestação da companhia de teatro L’Avalot (Barcelona), teatro de rua, itinerante, com grandes efeitos pirotécnicos… à noite. Muito pouca luz (ISO elevado), movimentos erráticos (AF), enormes diferenças entre luz e sombra (gama dinâmica), composição difícil (público a correr para acompanhar o “desfile” pelas ruas, de telemóvel em punho), “maquinetas” e actores sempre a correr de forma imprevisível. O pesadelo perfeito.

São estes desafios que fazem, bastas vezes, a diferença entre o amador e/ou o fotógrafo menos treinado e (desculpem a imodéstia) o “seasoned photographer”. O conjunto de imagens produzido (publica-se pequena amostra) atesta igualmente o “state-of-the-art” da OM-D E-M1 Mark II da Olympus, quer ao nível do AF, quer da gama dinâmica, quer do baixo ruído a ISO elevado.

Todas as imagens: Olympus OM-D E-M1 Mark II, objectivas M. Zuiko Digital 12mm f2.0, 75mm f1.8, 40-150mm f2.8 PRO (ISO entre 1600 e 3200). Todas as fotografias em modo AF-C ou AF-TR.

ACR, Photoshop to taste. Sem manipulação digital.

 

 

 

ETAR Viseu Sul

Foi uma das obras mais importantes do Distrito – uma das ETAR mais desenvolvidas da Península Ibérica. _DSF1322

A ETAR Viseu Sul coloca Viseu no mapa no que concerne ao tratamento de águas residuais.

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Foi um dos ensaios produzidos para o FIF, em médio formato, sem preocupações jornalísticas. A ideia base, simples, foi trabalhar as formas, as sombras, a luz, os contornos – em alguns frames o resultado é quase abstracto ou, pelo menos pouco descritivo e “fora de contexto”.

Fujifilm Festival Internacional de Fotografia de Viseu

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It is about time to say something about Fujifilm FIF Viseu – after all I have the responsibility to manage the Festival, trying to provide some guidance to a very small team of extremely talented persons: Ana, Guida, Luís you’re one of kind and this Festival will happen because you are gifted – it is my honour to be on your side, competence is not in short supply amongst you.

But how did this start? An idea ? Well, certainly an idea but a challenging although “natural” idea – to put together in the same title the Fujifilm brand and Viseu, a brand and a city, the best city to live in Portugal, the biggest city of the so called “interior” of Portugal. Fujifilm? Quite probably the most active and prolific brand of the moment within the medium – I’ve been using X Series gear since 2011, I have a strong connection with the brand, supported by the extremely professional relationship I have with João from Fujifilm Portugal, another stronghold for competence. João is passionate about people, about driving them to succeed, cherishing everyone around him. What I realised was simple after all, by putting together two references in the same sentence I was creating a new brand and excellence became paramount. The hardest part  – I thought – was to get Viseu Municipality involved and persuade Fujifilm to be the naming sponsor.

I was wrong. Through Viseu Terceiro Chappa presented a solid, trustworthy and compelling project to the Municipality and Fujifilm FIF Viseu was given 90 points out of 100. By then, Chappa and Fujifilm had already agreed in the form factor for the Festival and there was a clear idea on how to make it work for everyone: Chappa, Fujifilm, Viseu, Portugal, the artists, local, nationwide and international audience. Viseu Municipality has to be praised here: they have a plan, a vision for the city. The Mayor and everybody else one can come across from Viseu’s city management have the same attitude, engaged with their city, supportive of people that engage as well and have the will, the strength and the talent to add value to Viseu’s brand.

From Amílcar and Luís at Publico/P3 we received the same support, the same enthusiasm one must have from major partners – well before Fujifilm FIF Viseu was a reality Amílcar already had given a great thumbs up to the project.

We are still a couple of months away, but the program is closed, the venues are almost decided, everything within budget. Hopefully we will deliver a great Festival to the city, to the country.

There is one final challenge though – photographers from around the country must come to Viseu enjoying the opportunity to be part of this celebration, the celebration of magnificent photographic work on show, at proper venues, printed in large format, high-quality media. Workshops, masterclasses, one Instameet and a photographic marathon – amongst many other events – will give everyone a good reason to come to Viseu.

Our meetings have been highly enjoyable, we look at the challenges we face, smile and think how can we overcome them, how can we deliver as we know we must.

Feet to the ground though: nothing happen yet, everything is still ahead of us. Hard work, humbleness and dedication will help, no doubt.

See you around.

 

 

Vinhos de Inverno – Festival Tinto no Branco, Viseu

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Enorme, com E grande, Enorme celebração do Vinho e da Cultura – magníficos momentos, excepcionalmente organizados pela Câmara Municipal de Viseu – muitos parabéns à equipa de Jorge Sobrado, este evento não fica a dever nada a nenhum outro, em nenhuma parte do globo.

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Prova de vinho com os melhores néctares do Dão, ilustrados com umas quantas fotos de igual nível (perdoem-me a imodéstia – muito obrigado Cláudia Vaz Pinto pelo excelente trabalho de seleção e de produção) e, melhor ainda, conversas sérias, sobretudo a que Almeida Henriques e Rui Moreira trouxeram ao Festival, moderada por Francisco José Viegas.

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Tocante, inebriante e com imenso público – nas palavras de Francisco José Viegas esta foi a melhor apresentação de um livro de receitas em que alguma esteve, “cinco vezes mais público e toda a gente muito bem-disposta, ao invés do que é habitual” – a apresentação do livro “Hoje, Diogo Rocha”, em que o próprio, um dos mais importantes embaixadores do amor à gastronomia de Viseu, se emocionou, falou com pura sinceridade, abriu o seu coração, deixou que a plateia lhe tocasse a alma e falou da amizade como eu já não ouvia ninguém falar desde que eu era miúdo. Parabéns Diogo, desde que entrei na tua cozinha para registar o que tão bem fazem na Mesa de Lemos, que percebi o extraordinário ser humano que és.

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Por entre muitas conversas com amigos que fui reencontrando durante a noite, aqui a fica meia dúzia de fotos que consegui fazer. Parabéns Viseu – este é um evento que só pode orgulhar todos os que vivem na cidade, no concelho, no distrito.

Fotografias: Fujifilm X100T Black.