No Surrender – Celebrating New Year!

_1011367-copiarFrom 2018 to 2019 – people having fun at Município de Viseu, Portugal.

_1011262-copiarIt was cold, but the party went on and on and on… Very special (micro) essay focused on one of the most iconic nights of the year.

_1011815.jpgThis will be part of my “No Surrender” series about Viseu – ongoing now for three years… Paying a tribute to the 40000 souls that celebrated New Year at Campo de Viriato.

Keymer Tiles – 426 anos a produzir telhas artesanalmente

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Há quatro anos documentei os últimos meses de laboração da Keymer Tiles, em Nye Road, Burgess Hill, UK. Fundada em 1588, a fábrica produziu telhas de forma completamente artesanal durante 426 anos.

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Consideradas de referência, as telhas aqui produzidas tiveram como destino castelos reais (a Rainha era um dos principais clientes), mansões de membros dos Rolling Stones, dos Beatles e alguns dos museus mais famosos do Reino Unido.

Descontinuada a produção a marca acabou por vir a ser comprada pela Wienerberger – de alguma forma preservando o legado da Keymer.

Em Nye Road nasceu um empreendimento imobiliário… de luxo.

As fotografias produzidas em 2014 ainda fazem parte da comunicação da (renovada) marca.

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O ensaio esteve exposto na Tower of London, no relançamento da marca – exposição inaugurada pelo então Minister of State for Housing and Planning Brandon Lewis, membro do governo de David Cameron.

Um dos tipos de telha produzido pela Keymer “obrigava” a que o artesão que a produzia lhe desse fortes “palmadas” numa das fases de produção, daqui resultando o característico decalque ou imprint destas telhas.

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Os vitrais…

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Os vitrais são, sem dúvida, uma das mais difíceis tarefas fotográficas. Este projecto, concluído em Janeiro de 2015 no Reino Unido, levou algumas semanas a produzir, entre preparação, recolha e pós-produção.

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Os magníficos vitrais desta igreja no sul de Inglaterra foram produzidos na Alemanha e, durante a Segunda Grande Guerra, desmontados e colocados a salvo dos bombardeamentos da Luftwaffe. São todos excepcionais – de grande beleza e recorte técnico.

Um retrato do Mestre

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Um retrato do Mestre – um dos melhores fotógrafos portugueses de sempre, sem margem para qualquer dúvida.

Feira de São Mateus, 2017, Viseu – na “barraquinha” do Vintage, hamburgers tradicionais que lhe dei a descobrir e que o António adorou.

Nikon D810, Nikkor AF-S 85mm f1.4G, Nikon SB900

1/125 @ f1.4, ISO 250

Flash, slow and rear sync, zoom out and pan… and no Photoshop.

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Os sistemas profissionais contemporâneos ajudam-nos de forma decisiva – será que Ansel Adams ou Robert Frank teriam tirado proveito de todas as soluções que os sistemas actuais nos oferecem? Esta fotografia, produzida no âmbito dos 625 retratos que comemoram os 625 anos da Feira de São Mateus (Viseu Marca), reúne num só frame uma série de recursos técnicos excepcionais: flash TTL com sincronização lenta e à segunda cortina, em simultâneo com dois movimentos, um de panning a acompanhar o movimento da ação e zoom out no momento do disparo – com a câmara (quase 3 quilos…) segura à mão.

Não foi executada qualquer manipulação da imagem em Photoshop. Apenas níveis, contraste, saturação e nitidez foram ajustados a partir do RAW original.

Nikon D810, Nikon AF-S NIKKOR 24-70mm F2.8G ED @ 56mm (final), Nikon SB900

1/4 s @ f5.6, ISO 80

Retrato e grande angular

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Há uma hipérbole muito interessante na perspectiva grande angular. Por razões óbvias convencionou-se que não se deve usar no retrato. Não posso concordar menos, especialmente na dimensão circunstancial de um retrato, em contexto. Sem desvirtuar o sujeito e quando a conjugação dos elementos permite, a grande angular dramatiza, por vezes enfatiza, o retrato de forma única – a desproporção da relação estabelecida entre os vários elementos da imagem manipula a interpretação que poderemos fazer do sujeito.  Neste caso – num dos 625 retratos produzidos para a Viseu Marca na comemoração dos 625 anos da Feira de São Mateus – a grande angular aumenta o tamanho desproporcionado de umas botas técnicas, as maiores à venda neste expositor, um especialista em equipamento militar.

Nikon D810, Nikon AF-S NIKKOR 14-24mm f/2.8G ED @ 19mm, Nikon Speedlight SB900

1/200 @ f3,2, ISO1000

What can you do with €150 worth of LED Light?

Well, not much you may say. But you can do a lot, yes, indeed you can. I bought a pair of MCOPlus LED 322A video lights from Hi-tech Wonder in Lisbon, with the sole purpose of using them for still photography. At less than €75 each, they were a steal. Obviously, forget mega productions, massive fashion shootings or anything like it. But if you need complementary light, studio lighting for small objects, that extra hand when photographing indoors, this is the kit.

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These two units, alongside a smaller Metz Mecalight LED 480, a pair of Manfrotto Pixi mini tripods, a very, very old Cobra Portapod, a few B+W polarisers and a battery charger all fit inside my old, faithful Lowepro Nova 1 shoulder bag. Being a Fuji X Series mirrorless system user, portability, size and weight are paramount for me, hence the choice.

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Beyond the technicalities, I’m posting a few shots made with this set – mainly with the MCOPlus LED322A: they are the best possible testimony of what you can achieve or expect from these units. As a reminder, I would say that “stage/set lighting design” is personal to the bones, so bear that in mind when observing the photographs that illustrate this review.

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There is a battery tester on the back, next to the potentiometer. On the usability side: six AA batteries, rechargeable the better, or any of these camera batteries: Canon LP-E6; Nikon EN-EL15; Panasonic CGR-D16S; Sony NP-FH70, NP-FM55H or NP-F550. On six AA’s each unit will run for 60 to 120 minutes at full power, a very acceptable amount of time. There is a universal input for an external power supply, handy for studio or location work.

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As with the vast majority of competitors on the market, MCOPlus LED322A is delivered with a pair of diffusers, white or orange for a warmer lighting tone.

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The units are made of industrial-grade plastic (beauty is not of their attributes) and none has overheated so far – keep them away from moisture, take good care of them and I believe they will last and stand the test of time.

As for anything else in photography, knowledge and technique are much more important and far more critical to achieve good results than gear and that applies to lighting as well. For a budget this is a very good option, strongly recommended.

Bottles are extremely difficult to photograph – with two LED322A and a Metz LED480 this was the result.

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Same setup, with the help of a small Fujifilm EF-X20 TTL Auto Flash

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Just two LED322A units lit the scene above and the following sequence was lit using one or two LED322A units.

Below, another studio session where nothing else but one LED322A was used to create the light design used to lit up the set.

Last, but not the least, all photographs below produced with a pair of LED322A’s from MCO.

 

Hi-tech wonder MCOPlus 322A LED video light page here.

Tech specs for MCOPlus 322A LED video light here.

MCOPlus website here.

“O Fotográfico” reviews where these units were used to lit the set:

https://fotograficoweb.wordpress.com/2016/11/29/genesis-bh-34-arca-swiss-head-and-giottos-carbon-fibre-tripod-gt8223/

https://fotograficoweb.wordpress.com/2016/11/28/coordame-mar-flat-wrist-strap/

https://fotograficoweb.wordpress.com/2016/11/17/fujifilm-ef-x500-shoe-mount-flash-review-part-one/