Star Wars

_6230068

No words needed – who doesn’t love it? Enjoy…

 

Olympus OM-D E-M1 Mark II, M.Zuiko Digital 12-40mm f2.8 PRO. ACR and Photoshop to taste.

Anúncios

A Porsche no Caramulo

_6230265

Inaugurada no passado sábado, está patente ao público até dia 27 de Outubro a exposição “Porsche: 70 anos de inovação”.

_6230227

15 Porsche únicos, em que apenas um não é português, ilustram a história da marca alemã. Até o Porsche de James Dean pode ser visto no Caramulo.

Ficam as imagens, num certo tom vintage…

Todas as fotografias Olympus OM-D E-M1 Mark II, Olympus 12-40mm f2.8 PRO, Photoshop to taste (vintage look).

Carminho

_6090867.jpg

Concerto ao vivo – memorável. Ficam algumas fotografias de canções sentidas, cantadas com a alma que o fado – ainda que novo – exige.

Carminho encantou uma multidão enorme que, apesar da chuva e do frio, não arredou pé.

_6090962

Todas as fotografias com Olympus E-M1 Mark II, Olympus M.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO. ISO 1250 a 5000. ORF files ACR converted, Photoshop to taste.

Todas as fotografias © Município de Alfândega da Fé (Turismo de Portugal)

 

16000 ISO e 1/60s a 300mm: E-M1 Mark II. Ruído?

_6090714

Insisto, insisto, insisto: a performance da E-M1 Mark II a ISO elevado é extraordinária. Esta fotografia, de um dos elementos da Crew da Carminho, é bem prova daquilo que tenho vindo a afirmar. Não só evidencia a performance e ausência de ruído da Olympus, bem como demonstra a eficiência do estabilizador da câmara: 300mm a 1/60s…?

_6090783

A fotografia da Carminho em cima foi tirada a 16000 ISO, bem como as duas seguintes.

_6090746

_6090819

Notar que também a gama dinâmica é extraordinária; como sabemos à medida que o valor ISO aumenta a gama dinâmica reduz-se, passando de 13 ou 14 EV para sete ou oito, apenas. O processador True PIC VIII brilha, não deixando a imagem “empastelada”, sem detalhe, mas reduzindo de forma consistente o ruído gerado pelo sensor a ISO elevado.

Todas as fotografias © Município de Alfândega da Fé (Turismo de Portugal). RAW files (ORF) ACR converted, Photoshop to taste.

 

Será que o Verão vai chegar?

_5280136

No campo tosquiam-se as ovelhas, preparam-se os animais para o calor que se adivinha. Está frouxa esta Primavera, tímida, com altos e baixos, cheia de pólens que nos enchem de rinites, “coceira” que não nos dá descanso.

_5280129

Neste país encantado há recantos em que o tempo parece ter parado – pastores tosquiando ovelhas, algumas negras, com a calma de quem nunca teve pressa para ir a lugar algum.

_5280173

Em Gouveia, concelho de Alfândega da Fé – no coração de Trás-os-Montes – este bucolismo enfeitiçou-me. Dizem os mais velhos que este país era muito pobre – nem vale a pena duvidar da sua palavra – mas há momentos do passado que, no presente, nos enchem de saudosismo.

_5280316-copiar

De tesoura em punho se desfaz um casaco, para fazer outro, aliviam-se as ovelhas antes do Verão para que o seu calor nos abrace em pleno Inverno.

Todas as imagens © Município de Alfândega da Fé (Turismo de Portugal). John Gallo/Chappa – Olympus OM-D E-M1 Mark II, Olympus M.Zuiko Digital 25mm f1.2 PRO e 40-150 f2.8 PRO

O nosso Empire State…

_5040219-copiar

O nosso “Empire State”… Este pequeno ensaio à volta da torre de 16 andares da Segurança Social de Viseu teve como inspiração um ensaio de Joel Meyerowitz datado de 1978 e cujo tema central é o Empire State Building em Nova Iorque.

_5040107-copiar

O edifício da Segurança Social de Viseu é um dos ícones da cidade para alguns – faz parte integrante da sua história recente, “mamarracho” logo lixo para outros. Relativamente a este edifício as opiniões apontam sempre em direcções diferentes, é preto ou branco, nunca cinzento. Omnipresente, não deixa ninguém indiferente, nem os Viseenses, nem quem os visita. É, por isso mesmo, um marco irresistível para um ensaio fotográfico.

_5040299-copiar

Em Viseu, a torre da Segurança Social encontrou o seu espaço numa avenida larga, rasgada a partir do Rossio, que desenvolveria a cidade para norte. Nesta avenida instalaram-se a central de camionagem, bancos, escritórios, instituições, edifícios de habitação, como em qualquer avenida moderna de qualquer cidade.

_5011173-copiar

A torre de Viseu constituiu-se, assim, como edifício de referência da cidade nova (na sequência do projecto, não realizado, de Fernando Távora para Aveiro, ainda dos anos 50), símbolo da providência do Estado e albergando uma função tão nobre e significativa como a da Sé Episcopal – embora haja políticos da esquerda local que não pensem o mesmo, preferindo “empurrar” a Segurança Social para a periferia…

_5040139-copiar

“A sede da Caixa de Previdência de Viseu (…) desejava afirmar de modo intencional um contraponto contemporâneo à zona antiga da cidade, tomando como referência (…) modelos internacionais, cosmopolitas, carregados de valores de modernidade, de progresso.

_5040148-copiar

O Estado assumia assim a sua representação com uma linguagem do presente e uma monumentalidade de novo tipo. (…) Que o arquitecto autor deste projecto (Luís Amoroso Lopes, 1913-1995) tenha sido também o principal responsável pelos trabalhos de recuperação do centro histórico de Viseu pode constituir, à primeira vista, um paradoxo desconcertante.

_5050004-copiar

No entanto, as marcas de uma sólida cultura arquitectónica e urbana, do conhecimento e respeito pela história, de uma sensibilidade segura, estão aí bem evidentes. No compromisso que se procurava estabelecer entre as tipologias do Movimento Moderno e os espaços urbanos tradicionais – a rua, a praça, o quarteirão.

_5040168-copiar

No sereno classicismo do volume puro da torre, de geometria rigorosa e estrita, sabiamente acentuado nos seus momentos essenciais: nos dois pisos inferiores, recuados para acentuar a aparente leveza do volume que neles se apoia; no topo, onde a laje de coroamento, marcando uma sombra profunda, parece flutuar sobre o último piso”. (Martins, João Paulo, in Pereira, Nuno Teotónio, et al, “As Sedes dos Serviços Regionais”, Secretaria de Estado da Segurança Social, Lisboa, 1997).

_5040236-copiar

Em Viseu, definitivamente, a polémica não se percebe:- a torre não está no centro histórico;- a torre é um dos bons exemplos da arquitectura contemporânea da cidade;- a torre situa-se por entre edifícios claramente desqualificados (esses, sim, “grandes aberrações”…) como quase toda a arquitectura recente de Viseu – as fotografias da área urbana envolvente, nos artigos anteriores do PÚBLICO são disso elucidativas;- a torre funciona, tem vida e é necessária;- a torre está enraizada e é uma referência.

_5040048-copiar

O mais sensato seria, sem dúvida, propor a conclusão do projecto, nunca finalizado, para o espaço envolvente da torre, pelo menos nos seus princípios fundamentais e com um programa cívico actualizado – um quarteirão de forma triangular, edificado ao longo do seu perímetro (que incluía um cinema e um teatro), mas simultaneamente permeável e percorrível em todos os sentidos, através de uma praça interior, utilizável como espaço público.

_5040277-copiar

As propostas em cima da mesa, de implosão e, ainda mais ridícula, de redução de vários andares não deveriam passar de comentários de café – o que é sintomático do “grau zero” da discussão arquitectónica e urbana que tem acompanhado o desenvolvimento ( ?) recente das cidades médias portuguesas. (1)

_5040413-copiar

(1) Texto integralmente reproduzido do Jornal Público, RUI LOBO E GONÇALO CANTO MONIZ, Fevereiro de 2001 (https://www.publico.pt/2001/02/26/jornal/a-torre-da-seguranca-social-em-viseu-155136)

 

Todas as fotografias Olympus OM-D E-M1 Mark II, objectivas M.Zuiko PRO 7-14mm f2.8, 17mm F1.2, 25mm f1.2, 45mm f1.2 e 75mm F1.8 Premium e Olympus PEN-F,  objectivas 17, 25 e 45mm f1.8 Premium. ACR e Photoshop to taste.

Joel Meyerowitz “Empire State”: https://www.joelmeyerowitz.com/empire-state/

John Gallo “No Surrender”: http://www.johngallo.co.uk/no-surrender.html

 

 

 

Mythbusters… Olympus OM-D E-M1 Mark II at ISO 20000… And fine bokeh…

_4250403-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @110mm (35mm equiv. 220mm). 1/80s@f2.8 ISO 20000, handheld.

One of these days I was asked if I was using Olympus professionally, if Olympus was my gear on the field. “Yes” I replied. Unfortunately some minds are still full of misconceptions and prejudice, stuck in a Canikon world where size, weight, noise and backache were synonyms to professional photography.  The pictures published today reflect the extreme quality, sheer performance and reliability of the Olympus Micro Four Thirds system. Image quality is second to none – in extreme situations, this is what this article is about – image stabilization (IBIS) is probably the best one can have and although there is the myth (another one) that with Micro Four Thirds it is not possible to have bokeh “layers” in any given photograph, these images prove otherwise.

_4250387-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @150mm (35mm equiv. 300mm). 1/160s@f2.8 ISO 20000, handheld.

Yes, all facts and distances, aperture and focal length being the same a smaller sensor will produce images with more depth of field. But how much more? For an image produced with a short telephoto lens (85mm FF equivalent), with the subject standing 2,5m away from the lens and background at a distance of 5,9m from the lens, Full Frame cameras will have a total of 6.8 centimeters of DOF, while APS-C will have 8.9 centimeters and Micro Four Thirds will have 10.6 centimeters. Peanuts, I dare say. Comprehensively, rendering is quite different. And bokeh “layers” will be rendered differently by any of aforementioned systems. Do you know how different they will look from each other? Do you know which one is softer/more or less feathered/more or less pleasant in any given scenario? No, you do not, neither do I, because the variables are so many that one cannot anticipate a specific result.

_4250286-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @150mm (35mm equiv. 300mm). 1/320s@f2.8 ISO 8000, handheld.

Micro Four Thirds systems offer what any other system cannot offer: considerable size and weight reduction, in a system capable of performing at a true professional level. Olympus cameras are absolutely remarkable – I believe that Olympus OM-D E-M1 Mark II is a true benchmark, a beast regarding performance, build quality, reliability, with resources and functions to spare, infinitely configurable to taste and capable of pleasing anyone looking for a truly professional camera. Olympus Pen-F is one the most, if not the most beautiful camera available on the market today. And yes, it is also a beast.

_4250166-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @85mm (35mm equiv. 170mm). 1/160s@f2.8 ISO 3200, handheld.

M.Zuiko Digital lenses, PRO and Premium range deliver stunning performance – Olympus has a very strong reputation regarding lens quality and this new collection, developed for the Micro Four Thirds system is outstanding. Looking carefully at some of the images published here easily we get to conclusions: at full aperture, extremely high ISO, resolution (MTF) is outstanding in the center and extremely good if not extraordinary towards the edges. Some of Olympus’ lenses so sharp that you’ll be hard pressed to see any difference in sharpness across the frame between f/2.8 and f/11 (https://www.ephotozine.com/article/olympus-m-zuiko-digital-75mm-f-1-8-lens-review-20557#Performance)

_4250361-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @142mm (35mm equiv. 284mm). 1/250s@f2.8 ISO 8000, handheld.

_4250450-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @40mm (35mm equiv. 80mm). 1/160s@f2.8 ISO 20000, handheld.

I use this zoom (M.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO) extensively, not only because of the covered focal length range (35mm equiv. 80-300mm) being very, very useful, but also because of outstanding optical quality.  The Olympus 40-150mm lens is not only stunningly sharp by zoom lens standards, but also sharp by prime lens standards. And this is wide open at ƒ/2.8 at practically every other focal length. Corner-to-corner sharpness is also tremendously good, with almost no change in sharpness from center softness at every focal length. The blur characteristics are very flat. For all intents and purposes, this lens is sharp, everywhere, all the time from ƒ/2.8 to around ƒ/11-ƒ/16, where we see minor diffraction softness coming into play (https://www.imaging-resource.com/lenses/olympus/40-150mm-f2.8-pro-m.zuiko-digital-ed/review/)

And this is one of the biggest, although many times forgotten, advantages of Micro Four Thirds – given the size of the sensor light gets to the the extreme corners of the CMOS almost perpendicularly, as opposed to full frame cameras (specially DSLR’s) where light reaches the corners of the sensor with much less perpendicularity, therefore resulting in much less possible resolution in the image’ borders, and in the corners/extreme corners of the photograph. The practicality of this? I can compose and frame as I want, without having in mind that bigger apertures mean less resolution as a rule of thumb, or that “cornering” my subject will affect tremendously the resolution and the quality of the final image and therefore perception viewers have when they see my work in any given media, especially when enlarged significantly for exhibition. My artistic expression is not fenced by technical shortcomings.

_4250224-2-copiarM.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO @150mm (35mm equiv. 30mm). 1/200s@f2.8 ISO 8000, handheld.

To be continued (…)

 

All images Olympus OM-D E-M1 Mark II, Olympus M.Zuiko Digital 40-150mm f2.8 PRO. RAW (ORF) files ACR converted and Photoshop CC 2018 to taste.