Fotografia de rua

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Fala-se muito hoje de street photography, é um saco onde tudo se mete. Há contudo, não só na street photography bem como em qualquer outra área da fotografia um elemento crítico para que a imagem tenha, de facto, algum valor: o sujeito. Street photography não é fotografia produzida na rua. Street photography é fotografia produzida na rua, cujo sujeito ou ação é relevante, transmite inequivocamente a cultura de um lugar ou de uma cidade e é tirada no momento certo (decisivo dizia Bresson). O resto são cenas de rua, desinteressantes, perigosamente pretensiosas.

Fotografia: London, UK. West London Tales

Floresta Negra – Workshops de sensibilização

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Temos realizado dezenas de workshops de sensibilização, por todo o país, desde que há ano e meio fundámos o Movimento Floresta Negra. Temos levado aos portugueses mais jovens a floresta. A nossa floresta. Acções de sensibilização que visam os mais pequenos, a sua relação com a floresta, a importância extrema de conservação deste recurso, as vantagens para o meio-ambiente e para todos nós quando assumidamente nos orientamos para a conservação da natureza.

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Atitudes preventivas na relação com a floresta são igualmente abordadas – muitos “recados” para levar para casa, especialmente em zonas de incidência rural.

Já chegámos a centenas de crianças e jovens, sempre fora da época dos incêndios – para nós, é no Inverno que se apagam os incêndios e os mais novos parecem concordar.

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O Movimento Floresta Negra tem o patrocínio da McDonalds, o apoio da ANPC e da Liga de Bombeiros Portugueses e o Jornal Público como media partner.

Metro do Porto, 15 anos depois

Estamos a produzir um ensaio e um documentário sobre uma das maiores obras de sempre realizadas em território nacional.

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Não, não estamos focados na obra, estamos focados na relação dos utentes com a infraestrutura, nos laços que se criam, nos momentos efémeros vividos a bordo e nas proximidades do Metro do Porto. Este é um dos meus cenários favoritos, a urbe.

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O Metro do Porto comemora 15 anos dia 7 de Dezembro. 15 anos e milhões de passageiros transportados, é seguro afirmar hoje que há um Porto maior, embora mais ligado e mais próximo, desde que o Metro chegou.

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Fujifilm Festival Internacional de Fotografia de Viseu

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It is about time to say something about Fujifilm FIF Viseu – after all I have the responsibility to manage the Festival, trying to provide some guidance to a very small team of extremely talented persons: Ana, Guida, Luís you’re one of kind and this Festival will happen because you are gifted – it is my honour to be on your side, competence is not in short supply amongst you.

But how did this start? An idea ? Well, certainly an idea but a challenging although “natural” idea – to put together in the same title the Fujifilm brand and Viseu, a brand and a city, the best city to live in Portugal, the biggest city of the so called “interior” of Portugal. Fujifilm? Quite probably the most active and prolific brand of the moment within the medium – I’ve been using X Series gear since 2011, I have a strong connection with the brand, supported by the extremely professional relationship I have with João from Fujifilm Portugal, another stronghold for competence. João is passionate about people, about driving them to succeed, cherishing everyone around him. What I realised was simple after all, by putting together two references in the same sentence I was creating a new brand and excellence became paramount. The hardest part  – I thought – was to get Viseu Municipality involved and persuade Fujifilm to be the naming sponsor.

I was wrong. Through Viseu Terceiro Chappa presented a solid, trustworthy and compelling project to the Municipality and Fujifilm FIF Viseu was given 90 points out of 100. By then, Chappa and Fujifilm had already agreed in the form factor for the Festival and there was a clear idea on how to make it work for everyone: Chappa, Fujifilm, Viseu, Portugal, the artists, local, nationwide and international audience. Viseu Municipality has to be praised here: they have a plan, a vision for the city. The Mayor and everybody else one can come across from Viseu’s city management have the same attitude, engaged with their city, supportive of people that engage as well and have the will, the strength and the talent to add value to Viseu’s brand.

From Amílcar and Luís at Publico/P3 we received the same support, the same enthusiasm one must have from major partners – well before Fujifilm FIF Viseu was a reality Amílcar already had given a great thumbs up to the project.

We are still a couple of months away, but the program is closed, the venues are almost decided, everything within budget. Hopefully we will deliver a great Festival to the city, to the country.

There is one final challenge though – photographers from around the country must come to Viseu enjoying the opportunity to be part of this celebration, the celebration of magnificent photographic work on show, at proper venues, printed in large format, high-quality media. Workshops, masterclasses, one Instameet and a photographic marathon – amongst many other events – will give everyone a good reason to come to Viseu.

Our meetings have been highly enjoyable, we look at the challenges we face, smile and think how can we overcome them, how can we deliver as we know we must.

Feet to the ground though: nothing happen yet, everything is still ahead of us. Hard work, humbleness and dedication will help, no doubt.

See you around.

 

 

29549 fotografias depois desejo-vos, a todos sem exceção, um Natal Inesquecível e, claro, o Melhor do Mundo em 2017

cb014A minha bola de Natal gigante, Viseu 2016

Este foi o número de vezes que pressionei o disparador das Fujifilm até ao dia 20 de Dezembro de 2016, desde o passado dia 1 de Janeiro: 83 vezes por dia, profissionalmente apenas, não conto as fotografias dos miúdos, das férias e demais tretas pessoais em que me possa ter atrevido a fazer uma trivialidade qualquer, gastando uns quantos bytes de armazenamento num dos SD da SanDisk.

tituloFujifilm X-Pro2 versus X-Pro1

Tenho pouca habilidade para escrever textos em jeito de balanço, mas quero deixar uma palavra para todos aqueles que, de uma forma ou de outra, se cruzaram comigo em 2016 e me ajudaram a continuar a crescer, a levar projetos a bom porto, a realizar sonhos, dando a conhecer a realidade como a vejo e como a sinto através da câmara. São muitos para aqui caberem de forma “elegante”, mas todos vocês sabem quem são – muito obrigado a todos. Aos meus amigos não agradeço a amizade, essa não se agradece, retribui-se – amo-vos como apenas se amam os verdadeiros amigos.

HWV045 copyA Home with a View, Março 2016, Ilhas Barreira, Algarve

Foi um ano cheio – a transição da X-Pro1 para a X-Pro2, a adoção de novas lentes da Fujifilm e a estreia do sistema de flashes “à séria” da marca que me tem acompanhado em exclusivo desde 2014 marcaram o ano. Continuo fiel à Lowepro, à Sandisk e à Fujifilm – agradeço publicamente a amizade e a cumplicidade do João Rodrigues Coelho e de todos os seus colegas na Fujifilm Portugal; ao João Doroana e aos seus colegas da hi-techwonder um grande obrigado pela disponibilidade e pela atenção que me souberam e quiseram dar.

bfvt-12Floresta Negra, movimento cívico (fotografado na Serra da Estrela)

Este foi o ano de arranque do Floresta Negra, que conta com o envolvimento de um número substancial e que não pára de crescer de autarquias em Portugal Continental e na Ilha da Madeira, de alguns sponsors de exceção e, claro, com o apoio da ANPC, da Liga dos Bombeiros Portugueses, da Fujfilm e do Jornal Público/P3, tendo o ICNF garantido ao projeto o apoio na elaboração de textos e documentação técnica, desde o início de Dezembro, o que muito nos honra. Sei que a tarefa não é fácil, mas estou motivadíssimo para continuar a lutar por um país com menos área ardida, ano após ano. Novidades em Janeiro…

005ddDão DOC, Região Demarcada do Dão, Setembro/Outubro de 2016

2016 foi também o ano em que recebi o Joan Wakelin Award que me foi a atribuído em 2015 pela Royal Photographic Society e pelo jornal The Guardian. Também este ano o P3/Público considerou Pilgrims – Walking to Fátima um dos melhores ensaios publicados em 2016 – muito obrigado pela distinção e vida longa ao melhor jornal português da atualidade, incluindo todos os suplementos e diferentes meios/suportes.

Lisboa-MourariaLisbon Blues, Lisboa Agosto de 2016

Dão DOC foi exposto na cidade vinhateira – na cidade do Dão, Viseu, e logo no Solar do Vinho do Dão – nada podia fazer mais sentido. A todos os que tornaram a exposição possível, o meu mais profundo agradecimento.

pfd5098Pilgrims, Walking to Fátima

Mas, 2016 foi um ano de trabalho, de prazer renovado – concluído o ensaio sobre as ilhas barreira no Algarve intitulado A Home with a View, Lisbon Blues foi o seguinte, depois Fairytale Winery e Dão DOC; pelo meio iniciei No Surrender, ainda sem data de conclusão prevista. Já neste final de ano estão em produção duas séries que tentarão retratar duas realidades muito diferentes: “Os Lugares do Azeite Transmontano” e “Estes são os dias do ano”. Se no primeiro tento trazer de Trás-os-Montes a alma do azeite que por lá se produz (um dos melhores do mundo), no segundo sintetizam-se as tradições natalícias que correm sérios riscos de extinção, bem como as “novas” peregrinações ao interior de Portugal para a celebração da passagem de ano – a Beira Baixa é o cenário, onde mais poderíamos andar? A Serra da Estrela e as sua corda são irresistíveis nesta altura do ano.

Playing copyNo Surrender, Viseu (em curso)

Para 2017 estão desde já previstas as edições em livro de Floresta Negra, Os Lugares do Azeite Transmontano e Estes são os dias do ano, bem como cerca de uma vintena de exposições em Portugal e três, talvez quatro “lá fora”, com base nas três referidas séries a publicar em livro. Cozinham-se na Chappa mais projetos para 2017, que passam pela produção de workshops, pela realização de mais uma dezena de séries fotográficas (vamos tentar, é ambicioso, sabemos que sim), pela associação com outros fotógrafos em projetos conjuntos e pela promoção de projetos e movimentos sem fins lucrativos. Quem sabe, talvez haja boas surpresas em 2017…

_dsf9810lr-copyOs Lugares do Azeite Transmontano (em curso)

Conhecer outras realidades, micro-cosmos em que gravitam seres humanos que me abrem a porta do seu mundo e se dão a conhecer sem reserva é a melhor recompensa que o meu trabalho me proporciona. Obrigado pela generosidade, se um dia conseguir retribuir fá-lo-ei sem hesitação.

_dsf5039-copyOs Lugares do Azeite Transmontano (em curso)

Por último, uma palavra de sentida e profunda amizade por um dos melhores fotógrafos portugueses de sempre e um dos melhores, senão mesmo o melhor, ainda em atividade: Mestre Homem Cardoso. Com mais de uma centena de livros publicados, em que cada fotografia é uma lição de composição, de interpretação e de domínio técnico absoluto de todas as variáveis que compõem uma fotografia, António Homem Cardoso, merece, na minha opinião pessoal – sei que muitos de vós comungam deste sentimento – o nosso respeito, admiração e sentido de gratidão, por tudo o que tem feito pela fotografia e pelo país, fotografando-o exemplarmente. Meu caro António, keep up the good work, we all love you.

Desejo-vos, a todos sem exceção, um Natal Inesquecível e, claro, o Melhor do Mundo em 2017.

 

 

Vinhos de Inverno – Festival Tinto no Branco, Viseu

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Enorme, com E grande, Enorme celebração do Vinho e da Cultura – magníficos momentos, excepcionalmente organizados pela Câmara Municipal de Viseu – muitos parabéns à equipa de Jorge Sobrado, este evento não fica a dever nada a nenhum outro, em nenhuma parte do globo.

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Prova de vinho com os melhores néctares do Dão, ilustrados com umas quantas fotos de igual nível (perdoem-me a imodéstia – muito obrigado Cláudia Vaz Pinto pelo excelente trabalho de seleção e de produção) e, melhor ainda, conversas sérias, sobretudo a que Almeida Henriques e Rui Moreira trouxeram ao Festival, moderada por Francisco José Viegas.

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Tocante, inebriante e com imenso público – nas palavras de Francisco José Viegas esta foi a melhor apresentação de um livro de receitas em que alguma esteve, “cinco vezes mais público e toda a gente muito bem-disposta, ao invés do que é habitual” – a apresentação do livro “Hoje, Diogo Rocha”, em que o próprio, um dos mais importantes embaixadores do amor à gastronomia de Viseu, se emocionou, falou com pura sinceridade, abriu o seu coração, deixou que a plateia lhe tocasse a alma e falou da amizade como eu já não ouvia ninguém falar desde que eu era miúdo. Parabéns Diogo, desde que entrei na tua cozinha para registar o que tão bem fazem na Mesa de Lemos, que percebi o extraordinário ser humano que és.

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Por entre muitas conversas com amigos que fui reencontrando durante a noite, aqui a fica meia dúzia de fotos que consegui fazer. Parabéns Viseu – este é um evento que só pode orgulhar todos os que vivem na cidade, no concelho, no distrito.

Fotografias: Fujifilm X100T Black.

P3 – A festa dos cinco no menos três (da Casa da Música)

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O P3 fez cinco anos e a festa foi no piso -3 da garagem da Casa da Música – festa de garagem, com cerveja artesanal Letra, Licor Beirão e Bulldog com Castello Tónica à pala, street food e música, muito boa música a ilustrar, com os Equations, Jibóia e um DJ Set do Alfredo dos Sensible Soccers.

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Infelizmente não pude ficar até ao fim – compromissos profissionais na manhã seguinte – mas fica aqui o testemunho de X100T na mão, belíssimo set para a festa de uma das mais importantes publicações portuguesas, no que à cultura diz respeito.

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Muitos parabéns  – que haja mais para o ano e durante muitos anos e sempre do melhor. Tudo de bom, mesmo muito bom, para a equipa do P3, agora dirigida por Luís Octávio Costa e boa sorte para o Amílcar Correia na sua nova aventura no Público.

Photographs: Fujifilm X100T Black

From Inside Out to Dão DOC

The development of a signature in photography, a unique language that ties everything together within the frame is an extremely difficult exercise – many fail in due course, the majority never tries. In 2014 I’ve published Inside Out, my attempt to create and develop my own signature; I have done so by carefully choosing the subject, one that allows me to be creative in a relatively controlled environment.
Inside Out depicts modern day life inside our homes, trying to create associations between the elements inside the frame, excluding facial expressions in the process.
From 2014 until today I’ve produced a few series where part(s) of this “graphic code” has been used – Inside Out itself has evolved and the most recent images of the series – to be published early 2017 – are less rigid, nevertheless in line with the initial intent.
In Dão DOC, my latest published essay, some of this “language” continues to be used, trimmed and merged with the most common rules of photography. The resulting aesthetics are, from my biased point of view, more mature, more appealing, helping to consolidate my own concept of “graphic code” inside the frame. Although essays like “Falling From the Summit” embrace this approach in a much more vivid fashion; in a way, the subtlety of Dão DOC may be more appealing to some.

First set of images, on top of the page: Dão DOC, below Inside Out.

As voltas deste início de Outono

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Foi um final de Verão passado à volta dos vinhos do Dão e da preparação da campanha Floresta Negra. Com a produção das imagens para o ensaio Dão DOC – que me ocuparam  um mês, a edição e pós produção de umas centenas de imagens selecionadas a partir de mais de 7000 registos, o trabalho comercial para a Quinta Vinha Paz – que incluiu o registo da história da vindima e vinificação, com especial ênfase na tradicional pisa a pé em lagar tradicional, para produção de stills e filme promocional e o lançamento da campanha Floresta Negra, o tempo tem sido escasso, mesmo muito escasso para escrever alguns artigos para o blogue/redes sociais. Estou em dívida, prometo recompensa.

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Para a Quinta Vinha Paz produzi um dos trabalhos que mais prazer me deu nos últimos meses. Acompanhar a tradicional pisa a pé em lagar tradicional, redescobrir o aroma inimitável de uma adega em tempo de vindima, poder contemplar a cor única das uvas que irão produzir vinhos do Dão de elevadíssima qualidade, foi um privilégio.

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Nas voltas pelas vinhas de diversas quintas do Dão, sempre escondido pela luz sublime da manhã, registei imagens únicas deste ritual que se repete anualmente nesta Região Demarcada. Dão DOC, ensaio em que regresso ao preto e branco e a uma linguagem mais próxima de Inside Out, a vertente social do vinho, o prazer com que se degustam estes néctares únicos do Dão ficaram indelevelmente registados em diversas fotografias da série.

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Portugal é um país produtor de vinho de excelente qualidade e o Dão não é excepção. A diversidade de produtores, quer na dimensão, quer na forma como se relacionam com o  terroir, com a cultura, diferentes vinificações, monovarietais ou não, refletiram-se no ensaio.

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Ainda neste domínio, foi com enorme prazer que conheci o Arquitecto José Perdigão, mentor e proprietário da Quinta do Perdigão, a mais premiada na região. A travel story “Fairytale Winery” é o testemunho do cuidado extremo com que a família Perdigão se dedica à produção de vinho de qualidade excepcional com base em vinha de cultura biológica.

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Há imagens poderosíssimas nesta travel story, e as duas que se publicam são um bom exemplo…

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Por último e sem grandes delongas uma vez que irei continuar a publicar posts exclusivamente dedicados ao Projeto Floresta Negra, depois de alguns serões e noites em que o sono foi relegado para segundo plano, a campanha que pretende alavancar esta ideia tomou forma e o projeto está lançado; primeiro passo através de uma campanha de crowdfunding no PPL, mais novidades se seguirão. O projeto tem o apoio institucional da Associação Nacional de Protecção Civil, da Liga de Bombeiros Portugueses, da Fujifilm e do Público/P3.

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