Understanding Prejudice – How It Forms and How to Prevent It

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Prejudice can have a strong influence on how people behave and interact with others, particularly with those who are different from them. Prejudice is a baseless and usually negative attitude toward members of a group. Common features of prejudice include negative feelings, stereotyped beliefs, and a tendency to discriminate against members of the group. While specific definitions of prejudice given by social scientists often differ, most agree that it involves prejudgments that are usually negative about members of a group.

The main disadvantage of Micro Four Thirds is prejudice. Keeping an open mind I challenge you all to read carefully:

1 – Bresson, Capa, later Meyerowitz and other masters of this craft early adopted what was in those days a very small “sensor”: 35mm. By that time “full frame” was, at least 120 roll film. Meyerowitz began photographing in color in 1962 and was an early advocate of the use of color during a time when there was significant resistance to the idea of color photography as serious art…

2 – The enormous advances in digital photography allow MFT to mitigate alleged limitations of the format when compared to FF, much more than 35mm did when it was introduced, compared to 120 film.

3 – No other system provides better image stabilization (7.5 stops).

4 – No other system provides this level of portability. Even Olympus E-M1X weighs less 370 grams than Canon’s flagship 1 DX Mark II. Forget lenses size and weight…

5 – Only MFT delivers 18fps with continuous AF and 60fps with locked focus.

6 – No other system offers this level of performance at this price point, not even close.

7 – Olympus new E-M1X AF system focus down to -6EV.

8 – E-M1X specifications regarding weather, moisture and dust sealing are referential – there is no other camera on the market offering this level of protection against the elements. Have you ever tried to wash yours under the tap?

9 – AF “deep learning” is not available in any other camera on the market today (Sony a6400 path is similar, nonetheless).

10 – Integrated (electronic) ND filters with this level of accuracy, delivering fabulous results were unheard of until today.

11 – RAW Handheld High Resolution and RAW Tripod High Resolution modes are unique features, delivering stunningly detailed pictures.

12 – Panasonic GH5 is one of the best video tools the world has ever seen, unbeatable price/quality/features/results.

13 – The range of available lenses and accessories is huge – enough to satisfy the needs of the most demanding photographer.

14 – Noise levels are on par with many other systems until 12800/16000 ISO. Need more?

15 – Bokeh depends of many factors; moving your ass around the subject, changing lenses, walking further into/further away will deliver the results you need.

16 – Due to the size of the sensor, flange focal distance and thread diameter, MFT delivers pin sharp images across the entire frame. No other system offers this level of sharpness across the frame.

17 – Yes, you can print massive sized outdoors from an MFT file. Outdoors have been around for more than a century and photographs have been used for decades and decades on this medium.

What MFT will not do for you:

1 – It won’t turn you into a great photographer. If you’re photography sucks, it will continue to be bad like hell.

2 – It won’t make you look like the “great white” predator. If that is your scene buy those FF 600mm monsters, big and noisy FF cameras. It will be impossible not to spot you, even if you wish to go unnoticed.

3 – It won’t break the bank. If you wish to spend a fortune go FF instead.

4 – It won’t make you look like a “professional, seasoned and old fashioned photographer”; you will look like a clever person that saves money, weight and effortlessly walks for miles with a backpack full of hi tech gear… Using MFT gear you’ll look like contemporary photographer taking advantage of today’s technology.

5 – If there is something about you that needs to show off  big phallic objects you’ll be in trouble. Go FF.

6 – If you’re not an early adopter forget it. Innovators already bought the system many years ago. You’ll end buying it when everyone has it and uses it. Probably these clever users will be jumping on to the next big thing when you finally settle for MFT.

Final comment:

You need to be able to abstract yourself from your old beliefs and credos to really understand the benefits of MFT. Bresson’s photography was initially coined as anti graphic by the status quo… Get it? Prejudice cannot be part of the equation.

Photography is about photographers, about emotions, art, technique, sense and sensibility, about inspiration, about life, death, tragedy, joy, faith… Photography is about conveying emotions, passing on ideas and ideals. Photography is, essentially, an art form. Sorry, not everyone can be an artist, much less a great one.

When I switched from FF to MFT do you know what my clients said? Nothing. They didn’t spot the difference.

 

Photograph: Octopus, one of Chef André’s delicacies. What a cook he is!

 

 

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De PEN-F a Barcelona

_5312153-copiar.jpgFeriado em Portugal, dia de trabalho em Espanha. Reunião de consultores do Olympus Professional Program na sede ibérica da marca, em Barcelona.

_5302034-copiarPorque o voo era de madrugada, jantar na Taberna do Xisto em Santa Maria da Feira, dos meus amigos Fernando e Ana Paula – delicioso com sempre… Esta malta sabe como confeccionar iguarias à séria._5312068-copiarPelas cinco e meia da manhã filas intermináveis no Aeroporto Francisco Sá Carneiro… Este já não é um país só para velhos!

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_5312102-copiarTítulo muito curioso nesta notícia, sobretudo para quem vai viajar de avião. E eu não sou nada supersticioso.

_5312107-copiarPEN-F com lente M Zuiko Digital 17mm f1.8 – lente kit que é vendida em conjunto com a câmara. Modo selfie das Olympus é um mimo.

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_5312130-copiarPartiu-se pedra, de muita coisa se falou (meus amigos, de nada posso falar), almoçou-se in situ e pela tarde dentro continuámos.

_5312156-copiarBarcelona e os seus icónicos edifícios….

_5312190-copiarMenos bem instalado, já se sabe, mas a vontade de regressar já era alguma… There’s nothing like home…

_5312193-copiarBoarding flight FR4545…

_5312196-copiarDe volta a casa… Porto, Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

_5312216-copiarMais uma hora e pouco e estaria sentado à frente de uma das melhores omeletes de camarão de que há memória, no Casablanca, em Viseu.

_5312222-copiarConfort food – I’m happier now…. Hmmmm….

Todas as fotografias Olympus PEN-F black, Olympus M Zuiko Digital 17mm f1.8 – ISO 200 a 3200. ACR and Photoshop to taste.

 

O nosso Empire State…

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O nosso “Empire State”… Este pequeno ensaio à volta da torre de 16 andares da Segurança Social de Viseu teve como inspiração um ensaio de Joel Meyerowitz datado de 1978 e cujo tema central é o Empire State Building em Nova Iorque.

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O edifício da Segurança Social de Viseu é um dos ícones da cidade para alguns – faz parte integrante da sua história recente, “mamarracho” logo lixo para outros. Relativamente a este edifício as opiniões apontam sempre em direcções diferentes, é preto ou branco, nunca cinzento. Omnipresente, não deixa ninguém indiferente, nem os Viseenses, nem quem os visita. É, por isso mesmo, um marco irresistível para um ensaio fotográfico.

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Em Viseu, a torre da Segurança Social encontrou o seu espaço numa avenida larga, rasgada a partir do Rossio, que desenvolveria a cidade para norte. Nesta avenida instalaram-se a central de camionagem, bancos, escritórios, instituições, edifícios de habitação, como em qualquer avenida moderna de qualquer cidade.

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A torre de Viseu constituiu-se, assim, como edifício de referência da cidade nova (na sequência do projecto, não realizado, de Fernando Távora para Aveiro, ainda dos anos 50), símbolo da providência do Estado e albergando uma função tão nobre e significativa como a da Sé Episcopal – embora haja políticos da esquerda local que não pensem o mesmo, preferindo “empurrar” a Segurança Social para a periferia…

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“A sede da Caixa de Previdência de Viseu (…) desejava afirmar de modo intencional um contraponto contemporâneo à zona antiga da cidade, tomando como referência (…) modelos internacionais, cosmopolitas, carregados de valores de modernidade, de progresso.

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O Estado assumia assim a sua representação com uma linguagem do presente e uma monumentalidade de novo tipo. (…) Que o arquitecto autor deste projecto (Luís Amoroso Lopes, 1913-1995) tenha sido também o principal responsável pelos trabalhos de recuperação do centro histórico de Viseu pode constituir, à primeira vista, um paradoxo desconcertante.

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No entanto, as marcas de uma sólida cultura arquitectónica e urbana, do conhecimento e respeito pela história, de uma sensibilidade segura, estão aí bem evidentes. No compromisso que se procurava estabelecer entre as tipologias do Movimento Moderno e os espaços urbanos tradicionais – a rua, a praça, o quarteirão.

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No sereno classicismo do volume puro da torre, de geometria rigorosa e estrita, sabiamente acentuado nos seus momentos essenciais: nos dois pisos inferiores, recuados para acentuar a aparente leveza do volume que neles se apoia; no topo, onde a laje de coroamento, marcando uma sombra profunda, parece flutuar sobre o último piso”. (Martins, João Paulo, in Pereira, Nuno Teotónio, et al, “As Sedes dos Serviços Regionais”, Secretaria de Estado da Segurança Social, Lisboa, 1997).

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Em Viseu, definitivamente, a polémica não se percebe:- a torre não está no centro histórico;- a torre é um dos bons exemplos da arquitectura contemporânea da cidade;- a torre situa-se por entre edifícios claramente desqualificados (esses, sim, “grandes aberrações”…) como quase toda a arquitectura recente de Viseu – as fotografias da área urbana envolvente, nos artigos anteriores do PÚBLICO são disso elucidativas;- a torre funciona, tem vida e é necessária;- a torre está enraizada e é uma referência.

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O mais sensato seria, sem dúvida, propor a conclusão do projecto, nunca finalizado, para o espaço envolvente da torre, pelo menos nos seus princípios fundamentais e com um programa cívico actualizado – um quarteirão de forma triangular, edificado ao longo do seu perímetro (que incluía um cinema e um teatro), mas simultaneamente permeável e percorrível em todos os sentidos, através de uma praça interior, utilizável como espaço público.

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As propostas em cima da mesa, de implosão e, ainda mais ridícula, de redução de vários andares não deveriam passar de comentários de café – o que é sintomático do “grau zero” da discussão arquitectónica e urbana que tem acompanhado o desenvolvimento ( ?) recente das cidades médias portuguesas. (1)

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(1) Texto integralmente reproduzido do Jornal Público, RUI LOBO E GONÇALO CANTO MONIZ, Fevereiro de 2001 (https://www.publico.pt/2001/02/26/jornal/a-torre-da-seguranca-social-em-viseu-155136)

 

Todas as fotografias Olympus OM-D E-M1 Mark II, objectivas M.Zuiko PRO 7-14mm f2.8, 17mm F1.2, 25mm f1.2, 45mm f1.2 e 75mm F1.8 Premium e Olympus PEN-F,  objectivas 17, 25 e 45mm f1.8 Premium. ACR e Photoshop to taste.

Joel Meyerowitz “Empire State”: https://www.joelmeyerowitz.com/empire-state/

John Gallo “No Surrender”: http://www.johngallo.co.uk/no-surrender.html

 

 

 

Shortcutz Viseu #97

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E mais uma… Edição #97 do Shortcutz Viseu. Como sempre, valeu bem a pena. Ficam as imagens, de rabo sentado no meio da assistência, como sempre.

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Parabéns ao Carlos, ao Luís ao Museu Nacional Grão Vasco e ao Município de Viseu.

Todas as fotografias Olympus PEN-F black, objectivas M.Zuiko Digital 17mm, 25mm e 45mm f1.8. ISO entre 2500 e 5000.

ACR converted, Photoshop to taste.