What happens at ISO 20000?

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What happens at ISO 20000? Well, pretty much a bit of grain. These photographs were taken with available light – believe me “available” is an overstatement. Two or three 40W lightbulbs, scattered along the stage, musicians moving all over the place. Even at f1.4 things were hard. So cranking up the ISO was basically the only way the get this right.

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For those of us that still remember film, being able to record an event under this sort of circumstances with such detail and with this little amount of noise is a nothing short of a revolution.

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If there is something the digital age has brought to us is the ability to still have your job done even under extremely difficult scenarios. Of course, speed, resolution and the lot also have improved.

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All these photographs were taken at 20000 ISO. I know, you want to me let you know what camera did I use, lens and all that. Rest assured, there are a few cameras (and some of them aren’t full frame) that can do this. But, can you?

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Are you brave enough to crank up the ISO and stop complaining? Try… you will be surprised.

Have a great 2018!

102000 visitantes

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102643 visitantes, de Janeiro a Dezembro no conjunto dos três sites: Chappa, O Fotográfico e John Gallo.

Em meu nome pessoal agradeço a todos aqueles que nos têm ajudado a crescer, levando um pouco mais longe a nossa visão sobre a cultura em Portugal.

Espero que em 2018 possamos continuar a contribuir de forma sólida para a afirmação, disseminação e reconhecimento dos percursos, tradições, perfis e valores da cultura do nosso país.

www.chappa.pt

www.johngallo.co.uk

www.fotograficoweb.wordpress.com

 

Feliz 2018

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Escolhi esta fotografia de um peregrino, exausto depois de cumprir a sua promessa, junto à Capela das Aparições em Fátima em pleno 13 de Maio, para ilustrar sacrifício, dedicação e fé. Não necessariamente num credo em particular, em nenhum em especial. A Humanidade precisa, desesperadamente, de uma inversão de valores. Temos que deixar de endeusar os bens materiais, de ligar sucesso a dinheiro, a riqueza material. É crítico que a acumulação absurda de riqueza em meia dúzia de mãos termine e que haja mais justiça social, menos desigualdade, maior equilíbrio, através do trabalho e da responsabilização colectiva, valorizando atitudes proactivas, fazendo pleno uso da democracia. Fé, fé na humanidade, acreditar que somos capazes de travar esta espiral de ganância que coloca em perigo a sustentabilidade do planeta. Dedicação a causas comuns, espírito de corpo.

Feliz 2018!

Floresta Negra – Workshops de sensibilização

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Temos realizado dezenas de workshops de sensibilização, por todo o país, desde que há ano e meio fundámos o Movimento Floresta Negra. Temos levado aos portugueses mais jovens a floresta. A nossa floresta. Acções de sensibilização que visam os mais pequenos, a sua relação com a floresta, a importância extrema de conservação deste recurso, as vantagens para o meio-ambiente e para todos nós quando assumidamente nos orientamos para a conservação da natureza.

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Atitudes preventivas na relação com a floresta são igualmente abordadas – muitos “recados” para levar para casa, especialmente em zonas de incidência rural.

Já chegámos a centenas de crianças e jovens, sempre fora da época dos incêndios – para nós, é no Inverno que se apagam os incêndios e os mais novos parecem concordar.

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O Movimento Floresta Negra tem o patrocínio da McDonalds, o apoio da ANPC e da Liga de Bombeiros Portugueses e o Jornal Público como media partner.

Uma imagem solidária

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Esta foi a fotografia que doei para a iniciativa Uma imagem Solidária. Nos dias 14 e 15 de Setembro no Mira Forum no Porto mais uma iniciativa de louvar a que aderiram mais de 200 fotógrafos.

Nestas ocasiões sinto-me orgulhoso da profissão que escolhi.

A fotografia faz parte do ensaio Inferno, sobre a tragédia de Pedrogão Grande. Tem, por isso, um significado muito especial neste contexto de ajuda aos bombeiros de Castanheira de Pêra.

Manhã cedo, 16 Agosto de 2017 em Foz do Alge – fumo de incêndios próximos pintava o céu matinal sobre os montes já ardidos.

Olympus OM-D E-M1 Mark II, Olympus M Zuiko Digital 40-150 f2.8 Pro

1/640 s @ f5,6, 40mm (80mm equiv) ISO200

 

Metro do Porto, 15 anos depois

Estamos a produzir um ensaio e um documentário sobre uma das maiores obras de sempre realizadas em território nacional.

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Não, não estamos focados na obra, estamos focados na relação dos utentes com a infraestrutura, nos laços que se criam, nos momentos efémeros vividos a bordo e nas proximidades do Metro do Porto. Este é um dos meus cenários favoritos, a urbe.

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O Metro do Porto comemora 15 anos dia 7 de Dezembro. 15 anos e milhões de passageiros transportados, é seguro afirmar hoje que há um Porto maior, embora mais ligado e mais próximo, desde que o Metro chegou.

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Fujifilm Festival Internacional de Fotografia de Viseu

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It is about time to say something about Fujifilm FIF Viseu – after all I have the responsibility to manage the Festival, trying to provide some guidance to a very small team of extremely talented persons: Ana, Guida, Luís you’re one of kind and this Festival will happen because you are gifted – it is my honour to be on your side, competence is not in short supply amongst you.

But how did this start? An idea ? Well, certainly an idea but a challenging although “natural” idea – to put together in the same title the Fujifilm brand and Viseu, a brand and a city, the best city to live in Portugal, the biggest city of the so called “interior” of Portugal. Fujifilm? Quite probably the most active and prolific brand of the moment within the medium – I’ve been using X Series gear since 2011, I have a strong connection with the brand, supported by the extremely professional relationship I have with João from Fujifilm Portugal, another stronghold for competence. João is passionate about people, about driving them to succeed, cherishing everyone around him. What I realised was simple after all, by putting together two references in the same sentence I was creating a new brand and excellence became paramount. The hardest part  – I thought – was to get Viseu Municipality involved and persuade Fujifilm to be the naming sponsor.

I was wrong. Through Viseu Terceiro Chappa presented a solid, trustworthy and compelling project to the Municipality and Fujifilm FIF Viseu was given 90 points out of 100. By then, Chappa and Fujifilm had already agreed in the form factor for the Festival and there was a clear idea on how to make it work for everyone: Chappa, Fujifilm, Viseu, Portugal, the artists, local, nationwide and international audience. Viseu Municipality has to be praised here: they have a plan, a vision for the city. The Mayor and everybody else one can come across from Viseu’s city management have the same attitude, engaged with their city, supportive of people that engage as well and have the will, the strength and the talent to add value to Viseu’s brand.

From Amílcar and Luís at Publico/P3 we received the same support, the same enthusiasm one must have from major partners – well before Fujifilm FIF Viseu was a reality Amílcar already had given a great thumbs up to the project.

We are still a couple of months away, but the program is closed, the venues are almost decided, everything within budget. Hopefully we will deliver a great Festival to the city, to the country.

There is one final challenge though – photographers from around the country must come to Viseu enjoying the opportunity to be part of this celebration, the celebration of magnificent photographic work on show, at proper venues, printed in large format, high-quality media. Workshops, masterclasses, one Instameet and a photographic marathon – amongst many other events – will give everyone a good reason to come to Viseu.

Our meetings have been highly enjoyable, we look at the challenges we face, smile and think how can we overcome them, how can we deliver as we know we must.

Feet to the ground though: nothing happen yet, everything is still ahead of us. Hard work, humbleness and dedication will help, no doubt.

See you around.

 

 

29549 fotografias depois desejo-vos, a todos sem exceção, um Natal Inesquecível e, claro, o Melhor do Mundo em 2017

cb014A minha bola de Natal gigante, Viseu 2016

Este foi o número de vezes que pressionei o disparador das Fujifilm até ao dia 20 de Dezembro de 2016, desde o passado dia 1 de Janeiro: 83 vezes por dia, profissionalmente apenas, não conto as fotografias dos miúdos, das férias e demais tretas pessoais em que me possa ter atrevido a fazer uma trivialidade qualquer, gastando uns quantos bytes de armazenamento num dos SD da SanDisk.

tituloFujifilm X-Pro2 versus X-Pro1

Tenho pouca habilidade para escrever textos em jeito de balanço, mas quero deixar uma palavra para todos aqueles que, de uma forma ou de outra, se cruzaram comigo em 2016 e me ajudaram a continuar a crescer, a levar projetos a bom porto, a realizar sonhos, dando a conhecer a realidade como a vejo e como a sinto através da câmara. São muitos para aqui caberem de forma “elegante”, mas todos vocês sabem quem são – muito obrigado a todos. Aos meus amigos não agradeço a amizade, essa não se agradece, retribui-se – amo-vos como apenas se amam os verdadeiros amigos.

HWV045 copyA Home with a View, Março 2016, Ilhas Barreira, Algarve

Foi um ano cheio – a transição da X-Pro1 para a X-Pro2, a adoção de novas lentes da Fujifilm e a estreia do sistema de flashes “à séria” da marca que me tem acompanhado em exclusivo desde 2014 marcaram o ano. Continuo fiel à Lowepro, à Sandisk e à Fujifilm – agradeço publicamente a amizade e a cumplicidade do João Rodrigues Coelho e de todos os seus colegas na Fujifilm Portugal; ao João Doroana e aos seus colegas da hi-techwonder um grande obrigado pela disponibilidade e pela atenção que me souberam e quiseram dar.

bfvt-12Floresta Negra, movimento cívico (fotografado na Serra da Estrela)

Este foi o ano de arranque do Floresta Negra, que conta com o envolvimento de um número substancial e que não pára de crescer de autarquias em Portugal Continental e na Ilha da Madeira, de alguns sponsors de exceção e, claro, com o apoio da ANPC, da Liga dos Bombeiros Portugueses, da Fujfilm e do Jornal Público/P3, tendo o ICNF garantido ao projeto o apoio na elaboração de textos e documentação técnica, desde o início de Dezembro, o que muito nos honra. Sei que a tarefa não é fácil, mas estou motivadíssimo para continuar a lutar por um país com menos área ardida, ano após ano. Novidades em Janeiro…

005ddDão DOC, Região Demarcada do Dão, Setembro/Outubro de 2016

2016 foi também o ano em que recebi o Joan Wakelin Award que me foi a atribuído em 2015 pela Royal Photographic Society e pelo jornal The Guardian. Também este ano o P3/Público considerou Pilgrims – Walking to Fátima um dos melhores ensaios publicados em 2016 – muito obrigado pela distinção e vida longa ao melhor jornal português da atualidade, incluindo todos os suplementos e diferentes meios/suportes.

Lisboa-MourariaLisbon Blues, Lisboa Agosto de 2016

Dão DOC foi exposto na cidade vinhateira – na cidade do Dão, Viseu, e logo no Solar do Vinho do Dão – nada podia fazer mais sentido. A todos os que tornaram a exposição possível, o meu mais profundo agradecimento.

pfd5098Pilgrims, Walking to Fátima

Mas, 2016 foi um ano de trabalho, de prazer renovado – concluído o ensaio sobre as ilhas barreira no Algarve intitulado A Home with a View, Lisbon Blues foi o seguinte, depois Fairytale Winery e Dão DOC; pelo meio iniciei No Surrender, ainda sem data de conclusão prevista. Já neste final de ano estão em produção duas séries que tentarão retratar duas realidades muito diferentes: “Os Lugares do Azeite Transmontano” e “Estes são os dias do ano”. Se no primeiro tento trazer de Trás-os-Montes a alma do azeite que por lá se produz (um dos melhores do mundo), no segundo sintetizam-se as tradições natalícias que correm sérios riscos de extinção, bem como as “novas” peregrinações ao interior de Portugal para a celebração da passagem de ano – a Beira Baixa é o cenário, onde mais poderíamos andar? A Serra da Estrela e as sua corda são irresistíveis nesta altura do ano.

Playing copyNo Surrender, Viseu (em curso)

Para 2017 estão desde já previstas as edições em livro de Floresta Negra, Os Lugares do Azeite Transmontano e Estes são os dias do ano, bem como cerca de uma vintena de exposições em Portugal e três, talvez quatro “lá fora”, com base nas três referidas séries a publicar em livro. Cozinham-se na Chappa mais projetos para 2017, que passam pela produção de workshops, pela realização de mais uma dezena de séries fotográficas (vamos tentar, é ambicioso, sabemos que sim), pela associação com outros fotógrafos em projetos conjuntos e pela promoção de projetos e movimentos sem fins lucrativos. Quem sabe, talvez haja boas surpresas em 2017…

_dsf9810lr-copyOs Lugares do Azeite Transmontano (em curso)

Conhecer outras realidades, micro-cosmos em que gravitam seres humanos que me abrem a porta do seu mundo e se dão a conhecer sem reserva é a melhor recompensa que o meu trabalho me proporciona. Obrigado pela generosidade, se um dia conseguir retribuir fá-lo-ei sem hesitação.

_dsf5039-copyOs Lugares do Azeite Transmontano (em curso)

Por último, uma palavra de sentida e profunda amizade por um dos melhores fotógrafos portugueses de sempre e um dos melhores, senão mesmo o melhor, ainda em atividade: Mestre Homem Cardoso. Com mais de uma centena de livros publicados, em que cada fotografia é uma lição de composição, de interpretação e de domínio técnico absoluto de todas as variáveis que compõem uma fotografia, António Homem Cardoso, merece, na minha opinião pessoal – sei que muitos de vós comungam deste sentimento – o nosso respeito, admiração e sentido de gratidão, por tudo o que tem feito pela fotografia e pelo país, fotografando-o exemplarmente. Meu caro António, keep up the good work, we all love you.

Desejo-vos, a todos sem exceção, um Natal Inesquecível e, claro, o Melhor do Mundo em 2017.