29549 fotografias depois desejo-vos, a todos sem exceção, um Natal Inesquecível e, claro, o Melhor do Mundo em 2017

cb014A minha bola de Natal gigante, Viseu 2016

Este foi o número de vezes que pressionei o disparador das Fujifilm até ao dia 20 de Dezembro de 2016, desde o passado dia 1 de Janeiro: 83 vezes por dia, profissionalmente apenas, não conto as fotografias dos miúdos, das férias e demais tretas pessoais em que me possa ter atrevido a fazer uma trivialidade qualquer, gastando uns quantos bytes de armazenamento num dos SD da SanDisk.

tituloFujifilm X-Pro2 versus X-Pro1

Tenho pouca habilidade para escrever textos em jeito de balanço, mas quero deixar uma palavra para todos aqueles que, de uma forma ou de outra, se cruzaram comigo em 2016 e me ajudaram a continuar a crescer, a levar projetos a bom porto, a realizar sonhos, dando a conhecer a realidade como a vejo e como a sinto através da câmara. São muitos para aqui caberem de forma “elegante”, mas todos vocês sabem quem são – muito obrigado a todos. Aos meus amigos não agradeço a amizade, essa não se agradece, retribui-se – amo-vos como apenas se amam os verdadeiros amigos.

HWV045 copyA Home with a View, Março 2016, Ilhas Barreira, Algarve

Foi um ano cheio – a transição da X-Pro1 para a X-Pro2, a adoção de novas lentes da Fujifilm e a estreia do sistema de flashes “à séria” da marca que me tem acompanhado em exclusivo desde 2014 marcaram o ano. Continuo fiel à Lowepro, à Sandisk e à Fujifilm – agradeço publicamente a amizade e a cumplicidade do João Rodrigues Coelho e de todos os seus colegas na Fujifilm Portugal; ao João Doroana e aos seus colegas da hi-techwonder um grande obrigado pela disponibilidade e pela atenção que me souberam e quiseram dar.

bfvt-12Floresta Negra, movimento cívico (fotografado na Serra da Estrela)

Este foi o ano de arranque do Floresta Negra, que conta com o envolvimento de um número substancial e que não pára de crescer de autarquias em Portugal Continental e na Ilha da Madeira, de alguns sponsors de exceção e, claro, com o apoio da ANPC, da Liga dos Bombeiros Portugueses, da Fujfilm e do Jornal Público/P3, tendo o ICNF garantido ao projeto o apoio na elaboração de textos e documentação técnica, desde o início de Dezembro, o que muito nos honra. Sei que a tarefa não é fácil, mas estou motivadíssimo para continuar a lutar por um país com menos área ardida, ano após ano. Novidades em Janeiro…

005ddDão DOC, Região Demarcada do Dão, Setembro/Outubro de 2016

2016 foi também o ano em que recebi o Joan Wakelin Award que me foi a atribuído em 2015 pela Royal Photographic Society e pelo jornal The Guardian. Também este ano o P3/Público considerou Pilgrims – Walking to Fátima um dos melhores ensaios publicados em 2016 – muito obrigado pela distinção e vida longa ao melhor jornal português da atualidade, incluindo todos os suplementos e diferentes meios/suportes.

Lisboa-MourariaLisbon Blues, Lisboa Agosto de 2016

Dão DOC foi exposto na cidade vinhateira – na cidade do Dão, Viseu, e logo no Solar do Vinho do Dão – nada podia fazer mais sentido. A todos os que tornaram a exposição possível, o meu mais profundo agradecimento.

pfd5098Pilgrims, Walking to Fátima

Mas, 2016 foi um ano de trabalho, de prazer renovado – concluído o ensaio sobre as ilhas barreira no Algarve intitulado A Home with a View, Lisbon Blues foi o seguinte, depois Fairytale Winery e Dão DOC; pelo meio iniciei No Surrender, ainda sem data de conclusão prevista. Já neste final de ano estão em produção duas séries que tentarão retratar duas realidades muito diferentes: “Os Lugares do Azeite Transmontano” e “Estes são os dias do ano”. Se no primeiro tento trazer de Trás-os-Montes a alma do azeite que por lá se produz (um dos melhores do mundo), no segundo sintetizam-se as tradições natalícias que correm sérios riscos de extinção, bem como as “novas” peregrinações ao interior de Portugal para a celebração da passagem de ano – a Beira Baixa é o cenário, onde mais poderíamos andar? A Serra da Estrela e as sua corda são irresistíveis nesta altura do ano.

Playing copyNo Surrender, Viseu (em curso)

Para 2017 estão desde já previstas as edições em livro de Floresta Negra, Os Lugares do Azeite Transmontano e Estes são os dias do ano, bem como cerca de uma vintena de exposições em Portugal e três, talvez quatro “lá fora”, com base nas três referidas séries a publicar em livro. Cozinham-se na Chappa mais projetos para 2017, que passam pela produção de workshops, pela realização de mais uma dezena de séries fotográficas (vamos tentar, é ambicioso, sabemos que sim), pela associação com outros fotógrafos em projetos conjuntos e pela promoção de projetos e movimentos sem fins lucrativos. Quem sabe, talvez haja boas surpresas em 2017…

_dsf9810lr-copyOs Lugares do Azeite Transmontano (em curso)

Conhecer outras realidades, micro-cosmos em que gravitam seres humanos que me abrem a porta do seu mundo e se dão a conhecer sem reserva é a melhor recompensa que o meu trabalho me proporciona. Obrigado pela generosidade, se um dia conseguir retribuir fá-lo-ei sem hesitação.

_dsf5039-copyOs Lugares do Azeite Transmontano (em curso)

Por último, uma palavra de sentida e profunda amizade por um dos melhores fotógrafos portugueses de sempre e um dos melhores, senão mesmo o melhor, ainda em atividade: Mestre Homem Cardoso. Com mais de uma centena de livros publicados, em que cada fotografia é uma lição de composição, de interpretação e de domínio técnico absoluto de todas as variáveis que compõem uma fotografia, António Homem Cardoso, merece, na minha opinião pessoal – sei que muitos de vós comungam deste sentimento – o nosso respeito, admiração e sentido de gratidão, por tudo o que tem feito pela fotografia e pelo país, fotografando-o exemplarmente. Meu caro António, keep up the good work, we all love you.

Desejo-vos, a todos sem exceção, um Natal Inesquecível e, claro, o Melhor do Mundo em 2017.

 

 

Hyperion wrist strap

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A few weeks ago I’ve reviewed Hyperion Camera Neck Strap – now I got a similar, but shorter, wrist strap from Hyperion. Well, different colour but all the same feeling, quality and plush.

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Hyperion is selling these camera straps on ebay – they are hand made in Greece; Pablo manufactures every single one with love – one by one, by hand and tailor made. You can set specific length, color and trimming.

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Neck and Wrist Handmade Camera Straps, 238 Colour combinations to choose from. Fully Customizable in Length. Worldwide Shipping.

Link to Hyperion Camera Neck Strap review here.

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Website: https://www.hyperioncamerastraps.com

Order processing

Email Pablo: pabloko@msn.com , telling him the type, the colour combo you want and your mailing address. He will make the strap and send you a photo of it when ready, to approve it. He will mail you the strap – good news, soon it will be in your hands.

You can pay through pay-pal or bank transfer.

Facebook: https://www.facebook.com/HyperionCameraStraps/?fref=ts

ebay: http://www.ebay.co.uk/itm/HYPERION-Handmade-Neck-and-Wrist-Camera-Straps-/272404353338

Photographs: Fujifilm X100T Black – One light bulb, handheld. Classic Chrome film simulation, RAW and Adobe ACR, Photoshop to taste.

 

What can you do with €150 worth of LED Light?

Well, not much you may say. But you can do a lot, yes, indeed you can. I bought a pair of MCOPlus LED 322A video lights from Hi-tech Wonder in Lisbon, with the sole purpose of using them for still photography. At less than €75 each, they were a steal. Obviously, forget mega productions, massive fashion shootings or anything like it. But if you need complementary light, studio lighting for small objects, that extra hand when photographing indoors, this is the kit.

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These two units, alongside a smaller Metz Mecalight LED 480, a pair of Manfrotto Pixi mini tripods, a very, very old Cobra Portapod, a few B+W polarisers and a battery charger all fit inside my old, faithful Lowepro Nova 1 shoulder bag. Being a Fuji X Series mirrorless system user, portability, size and weight are paramount for me, hence the choice.

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Beyond the technicalities, I’m posting a few shots made with this set – mainly with the MCOPlus LED322A: they are the best possible testimony of what you can achieve or expect from these units. As a reminder, I would say that “stage/set lighting design” is personal to the bones, so bear that in mind when observing the photographs that illustrate this review.

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There is a battery tester on the back, next to the potentiometer. On the usability side: six AA batteries, rechargeable the better, or any of these camera batteries: Canon LP-E6; Nikon EN-EL15; Panasonic CGR-D16S; Sony NP-FH70, NP-FM55H or NP-F550. On six AA’s each unit will run for 60 to 120 minutes at full power, a very acceptable amount of time. There is a universal input for an external power supply, handy for studio or location work.

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As with the vast majority of competitors on the market, MCOPlus LED322A is delivered with a pair of diffusers, white or orange for a warmer lighting tone.

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The units are made of industrial-grade plastic (beauty is not of their attributes) and none has overheated so far – keep them away from moisture, take good care of them and I believe they will last and stand the test of time.

As for anything else in photography, knowledge and technique are much more important and far more critical to achieve good results than gear and that applies to lighting as well. For a budget this is a very good option, strongly recommended.

Bottles are extremely difficult to photograph – with two LED322A and a Metz LED480 this was the result.

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Same setup, with the help of a small Fujifilm EF-X20 TTL Auto Flash

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Just two LED322A units lit the scene above and the following sequence was lit using one or two LED322A units.

Below, another studio session where nothing else but one LED322A was used to create the light design used to lit up the set.

Last, but not the least, all photographs below produced with a pair of LED322A’s from MCO.

 

Hi-tech wonder MCOPlus 322A LED video light page here.

Tech specs for MCOPlus 322A LED video light here.

MCOPlus website here.

“O Fotográfico” reviews where these units were used to lit the set:

https://fotograficoweb.wordpress.com/2016/11/29/genesis-bh-34-arca-swiss-head-and-giottos-carbon-fibre-tripod-gt8223/

https://fotograficoweb.wordpress.com/2016/11/28/coordame-mar-flat-wrist-strap/

https://fotograficoweb.wordpress.com/2016/11/17/fujifilm-ef-x500-shoe-mount-flash-review-part-one/

 

 

 

 

 

 

Manfrotto Pixi and Pixi Evo

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Roughly one year ago Manfrotto has launched the Pixi Evo, a miniature lightweight tripod with two-section legs and five adjustable steps. The Pixi Evo represents a design update over the original Pixi mini tripod, and is designed, in part, to support entry-level DSLRs with large lenses. I got mine from Hi-tech Wonder in Lisbon.

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Maximum load capacity is 2,5 Kilograms, which is quite substantial given the size of the Pixi EVO. In spite of this, the tripods are lightweight due to the use of aluminium and technopolymer. Features include a portrait shooting mode with a 90-degree tilt, sliding selectors on the legs, and three color options: white, red, and black.

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I have been using Manfrotto’s Pixi Evo for a few months now and let me tell you how handy this is: it really is compact, extremely light at only 260 grams, and folded takes up 20 centimetres. I use it with the X-Pro2 and any of the Fujinon lenses that I usually carry around, from the 18mm f2 to the heavier 50-140mm f2.8.

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The original Pixi, a design revolution and precursor to the EVO, would only stand one kilo maximum load and, at 190 grams was not that lighter. Therefore, what Manfrotto achieved with this second Pixi is outstanding.

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For me it is some sort of buddy, something that I will put on top of almost any surface knowing that it will do what it says on the tin.

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I’ve used a couple of Pixi mini tripods for everything, from speedlite mounts to LED stands and they are sturdy, reliable and beautiful objects. The one I’ve photographed here is roughly three years old and still looks the part, fully functional, no problems whatsoever. Hopefully this new EVO will have the same predicaments.

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Links:

Hi-tech Wonder, Pixi: http://www.hi-techwonder.com/productsList.aspx?s=4&id=pixi

Hi-tech Wonder, Pixi Evo: http://hi-techwonder.com/product.aspx?idProduct=6249

Manfrotto: https://www.manfrotto.co.uk

Photographs: Fujifilm X-Pro2 and Fujinon XF 90mm f2, two LED light sources, one Fujifilm EF-X500 shoe mount flash as a stand alone unit, camera mounted, FP HSS. Velvia film simulation, ACR and Photoshop to taste.

Genesis BH 34 Arca Swiss head and Giottos Carbon Fibre Tripod GT8223

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I’ve been using this set for quite a while, both the Arca Swiss head from Genesis, model reference BH 34 and Giottos Carbon Fibre Tripod GT8223.

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For all of you out there working on a mirrorless based system, weight is paramount – at only 1150 grams (tripod 810 grams, head 340 grams), this is an extremely lightweight system, portable on the side/underneath your backpack or even handheld in a soft case.

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For Fujifilm users that use handgrip on their cameras (except power booster for X-T1/X-T2), the Arca Swiss norm is quintessential. Instead of having to rely on a normal head system, with a plate (camera mount) to attach to the camera, which is cumbersome and impractical, with Arca Swiss heads the camera base plate is the actual plate that slides onto the tripod head, sliding in and out one way, faster, safer and improving practicality and work flow, exponentially. Believe me, once you’ve tried this solution you will agree with me, no doubt.

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The Genesis tripod head I’ve been using (BH 34) costs less than €55, has a maximum load capacity of 15 Kg(!) and I highly recommend it, due to an unbeatable price/performance ratio.

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This ball head is made of lightweight and durable aluminium-magnesium alloy. It features panoramic base with rotational scale to ensure seamless panning experience – extremely smooth. Additionally, there is a knob to unlock the ball with an integrated limitation stop that allows pneumatic adjustment of the ball’s clamping force, clever. The quick-release’s mounting point features spirit levels for precise framing and is equipped with special bolts protecting against the accidental fall out.

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The ball diameter is 34mm, height at 93mm – you get a reduction key and a 1/4”-3/8” reduction, a case, an Allen wrench with it, so it will fit almost anything you throw at it.

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Giottos has now discontinued this model (GT 8223 Carbon Fibre Tripod), but you can still find it in a few retailers that kept them in stock for longer, usually with 5011N Giottos head, a universal camera mount tripod head, no Arca Swiss here. At around €120 it is an exceptional deal. There are other options, from Triopo, models GX 1027 and GX 1127, from €119, without head – so around €170 provides you an excellent solution, durable, piratical, cost-effective and lightweight.

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The reason I would recommend carbon fibre over aluminium alloy, is not only about weight gain – 35 to 45% – indeed, carbon fibre has higher strength and has more resilience to fatigue, is less prone to vibrate (some say in excess of 50%, imagine what it can do to your long exposures) and it has better looks and finish.

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The reason I would recommend carbon fibre over aluminium alloy, is not only about weight gain – 35 to 45% – indeed, carbon fibre has higher strength and has more resilience to fatigue, is less prone to vibrate (some say in excess of 50%, imagine what it can do to your long exposures) and it has better looks and finish.

If you’re on the market for a tripod that you are going to use often, although it is not something that you’ll use on a daily basis then a 3 section leg tripod, with legs around 20mm in diameter, a maximum height of 140 to 160 cm, weight below one kilogram and a maximum load capacity of around 4 to 6 kilograms will do the trick. A hook in centre column is welcome: on windy days extra weight can be added this way, providing a sturdier base to your camera, reducing wind-induced shaking. Also, make sure you can invert the centre column so that macro and studio photography will not be an issue.

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Let me just stress the fact that, if your gear is equipped with an Arca Swiss base plate it is absolutely irrational to buy a normal base plate tripod head, given the advantages one gets from using the Arca Swiss norm.

Links

Genesis head: http://www.hi-techwonder.com/genesis-bh-34-ball-head

Triopo tripod: http://www.hi-techwonder.com/triopo-gx-1027-(carbono)

Triopo Tripods: http://www.triopo.pl/en/

Genesis: http://www.genesisgear.pl/en/

Giottos: http://www.giottos.com

A bit more on Arca Swiss: Camera equipment maker Arca-Swiss independently developed a quick-release system for use on their tripod heads. It is based on plates that are 38mm wide, and have a 45° dovetail, which is held into place on the receiver with a screw clamp. Starting in the 1990s, with the popularization of the Arca-Swiss B-1 ballhead, many other companies began producing plates and including Arca-Swiss style (sometimes referred to as arca-type) receivers on their tripod heads. Today most plates are machined aluminium which are attached to the cameras or lenses with a 1/4-20 hex screw.

Another aspect of the Arca-Swiss system is that the mounting plates are designed to prevent accidental rotation of the plate relative to the device. When used with a camera or camera body the plates incorporate an anti-rotation flange or lip. When mounted to a lens with a foot, the plate will often be secured with two screws to prevent rotation. When this type of system is used, the camera cannot become accidentally detached from the tripod, which is possible when using a quick-release system that doesn’t prevent rotation, or when no camera mount is used. Nearly all makes and models of modern SLRs, medium format cameras, and large lenses have specific plates available with anti-rotation flanges. Universal mounting plates are also available, which can be used with nearly any camera with a tripod mount, though they provide little or no anti-rotation protection.

 

All photographs: Fujifilm X-Pro2, XF 90mm F2, two LED light sources and one Fujifilm EF-X500 Shoe Mount Flash, mounted on to the camera as a stand alone unit. ACR, Velvia Film Simulation and Photoshop to taste.

 

Coordame “Mar Flat” wrist strap

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Hand made in Portugal by Coordame, this is one of the finest wrist straps I’ve ever tried. It will have a place of its own alongside my X-E2s, replacing an industrial made, characterless, Joby.

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Made of 8mm flat hollow cord – it naturally assumes a 13mm flat form factor, it is extremely lightweight and anti-perspirant – this one is military green, one of my favourite colours. The finishing is made of high-quality Portuguese leather and a small disc completes the set, which is a clever solution to prevent wear and tear around the camera hinge that supports the strap.

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I used it for a week on an X-Pro2 with several different lenses, from the small, lightweight, 18mm f2 to the “massive” 50-140 f2.8 and I have to say that it was a real pleasure to use. The strap is made of a gentle, natural, pleasing material (non abrasive to your skin) and the leather made adjuster is easy to use.

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Wrist straps from Coordame cost 18 Euros, shipping included to mainland Portugal, plus shipping if dispatched to a different country – a bargain given the quality of their products. If you’re looking for a trendy, high quality wrist strap, look no further – highly recommended! Of course, you can choose strap colour and stitching colour to suit your preferences – and packaging is retro styled, an absolute must.

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Started in April 2016, Coordame Straps, is a small project that offers high quality fully handmade camera straps (wrist straps and neck straps) with add-on strap accessories. It’s an original fusion of Portuguese sailing and leather work history and the love for photography – “Coordame”, two words merged in just one “Cordame” – old word for rope/cord – and “Couro” – leather – each strap is made by hand from Portuguese leather, using high quality european cords.

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According to Coordame, their straps and wrist straps are made with the users of mirrorless cameras in mind, such as: Fuji X Series, Olympus, Leica M, Sony’s, Pentax, rangefinders, point-and-shoot, although they state it is also possible to attach them to small-size DSLRs cameras.

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For all inquiries about Coordame Straps please email: coordame@gmail.com

More:

Instagram: @coordamestraps

Facebook page: coordamestraps

Shipping

All of Coordame Straps are handmade to order. Order processing time is within 4-6 business days unless otherwise noted (a notification will be emailed to the customer in case of an order delay). All payments by Bank transfer (Portugal) or PayPal (EU). Prices are in Euros (call to know).

Shipping Methods: Orders are shipped via the Portuguese Postal Service (CTT) in Registered Standard shipping method for both Portugal and international (Please allow between 9 to 15 business days to the rest of the world. Delivery times for all shipping methods are estimated).

Tracking number is provided for all orders (track your items on the Portuguese CTT website and after leaving Portugal, some countries Postal Service websites allow to track it inside the country).

 

All photographs Fujifilm X100T, one LED light source, Classic Chrome, ACR, Photoshop to taste.

 

 

 

 

A diferença (clínica) entre lentes prime e lentes zoom – Parte I

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Batido e debatido, não há discussão que possa encerrar esta matéria – há quem prefira zooms, pela polivalência, há quem prefira lentes com distância focal fixa pela (usual) maior abertura e melhor qualidade de imagem. Até aqui nada de novo.

E se analisarmos as diferenças que se podem efetivamente quantificar entre zooms e primes? É óbvio que um zoom será sempre mais versátil, mas o que é que se perde efetivamente quando optamos pela solução mais versátil em detrimento da solução menos flexível?

Com base nos dados Imatest, comparamos o zoom trans-standard Fujinon XF 16-55mm f2.8 WR com quatro lentes prime da Fujinon, a 16mm f1.4, a 23mm f1.4, a 35mm f1.4 e a 56mm f1.2. A opção Fujinon parece-nos simples: são lentes de conceção e construção recente, de qualidade global excecional e desenhadas de raiz em conjunto com um sistema exclusivo. O know-how da marca nipónica é amplamente reconhecido no que diz respeito à capacidade técnica para desenhar e produzir lentes para os mais variados fins. O facto deste sistema se basear em sensores APS-C é irrelevante para o que se pretende comparar. Há implicações práticas e diferenças na profundidade de campo, velocidade de obturação, valores ISO, aberração cromática e qualidade de imagem entre um sistema APS-C e um sistema full-frame, mas tais diferenças não cabem neste texto uma vez que não são essas diferenças que se pretendem analisar.

PESO

Para quem tem preocupações a este nível: a lente zoom pesa 655 gramas e as quatro lentes prime juntas pesam 1267 gramas. Se peso e volume forem críticos para alguns utilizadores, então nesse caso não há grandes dúvidas relativamente às vantagens evidenciadas pela 16-55mm f2.8 WR.

INVESTIMENTO

Preços de venda público, Hi-tech Wonder, 16 de Setembro de 2016:

Fujinon XF 16-55mm f2.8 WR, €1089,00

Fujinon XF 16mm f1.4 WR, €949

Fujinon XF 23mm f1.4 R, €899

Fujinon XF 35mm f1.4 R, €569

Fujinon XF 56mm f1.2 R, €949

Investimento total para aquisição das quatro lentes prime: €3366, sensivelmente o triplo daquilo que será preciso pagar pela lente zoom.

Neste domínio não há dúvidas; vantagem “bárbara” da lente zoom. Claro que se poderá alegar que se poderão adquirir apenas duas das quatro lentes – opções ditadas pela necessidade de gerir orçamento eventualmente, mas qualquer outra opção que não inclua a aquisição das quatro lentes prime compromete a polivalência e a capacidade para adequar a distância focal às necessidades reais de tomada de imagens em realidades diversas, no contexto desta análise.

Repete-se, neste texto não se pretendem avaliar questões de caráter subjetivo: iremos ou não produzir um trabalho de qualidade maior ou menor se este for realizado com lentes prime ou com uma lente zoom? Em bom rigor, a complexidade de uma eventual resposta é tal que é descabido riscar uma linha acerca deste assunto, sendo que a resposta seria, muito provavelmente, subjetiva.

ABERTURA MÁXIMA

As quatro lentes prime têm uma abertura máxima média de f1.35 – assume-se que f1.4 é adequado, simplificando. Deste modo, contas feitas, dois pontos separam a lente zoom das prime, o que obrigará a utilizar sempre uma velocidade de obturação dois pontos mais lenta ao utilizar a 16-55mm – ou, se possível ou preferível, dois 2 EV poderão ser recuperados no ISO selecionado para registo de uma determinada cena. Exemplo simples, a 1600 ISO, 1/60@ f1.4 numa das lentes prime, equivalerá 1/15@ f2.8 na lente zoom ou, mantendo 1/60 como velocidade de obturação teremos obrigatoriamente que selecionar ISO 6400 para que a “quantidade de luz que o sensor regista seja a mesma” (na realidade aumentamos a sensibilidade do sensor, compensando desta forma a menor quantidade de luz que este recebe – esta opção aumenta o nível de ruído presente na imagem, como sabemos, uma vez que menos luz gera menos corrente e consequentemente é necessária maior amplificação de sinal para gerar o ficheiro).

Aqui as implicações de uma eventual opção pelo zoom já se revelam no resultado final: a lente zoom, para a mesma velocidade de obturação, obrigará sempre a que se produza um ficheiro com mais grão ou com mais profundidade de campo. Em função do sujeito fotografado, o risco de produzir uma imagem “tremida” é igualmente superior. Eventuais opções com estabilização de imagem não se consideram, uma vez nenhuma destas lentes possui OIS.

VINHETAS (Vignetting)

Média do zoom a abertura máxima, f2.8: 0.53 EV

Media das quatro lentes prime a f2.8: 0.39 EV

Estes são os valores já corrigidos pelo processador da máquina; embora a comparação feita com base nos valores corrigidos favoreça o zoom, entendemos que o relevante são os resultados finais reais possíveis com cada uma das lentes neste domínio, pelo que o desempenho da lente zoom é brilhante, uma vez que a f2.8 é a única do lote a trabalhar a abertura máxima – todas as outras estão dois pontos acima do valor máximo de abertura o que favorece o desaparecimento de vinhetas. Assim sendo, objetivamente, a f2.8 as lentes prime são superiores.

Média do zoom a f4.0, 0.35 EV

Média das quatro lentes a f4.0, 0.32 EV

Mesma premissa, resultado brilhante da lente zoom.

Neste capítulo, tendo em conta o investimento necessário para a aquisição das quatro lentes prime, vantagem clara da XF 16-55mm f2.8 WR.

DISTORÇÃO

No caso da distorção não se poderá seguir o critério utilizado para as vinhetas; apesar do processamento da câmara corrigir a distorção produzida por qualquer uma destas lentes, é forçoso que se entenda que esta correção induzida eletronicamente tem consequências na qualidade final da imagem que são muito superiores às da light falloff produzida pelas vinhetas.

Valores apresentados sem correção:

Média da lente zoom: 2.71% (barril)

Média das quatro lentes prime: -0.6% (almofada)

A performance das quatro lentes prime é extraordinariamente superior à da lente zoom neste domínio.

ABERRAÇÕES CROMÁTICAS

Média da lente zoom: 0.91 pixel

Média das lentes prime: 0.31 pixel

No que toca a aberrações cromáticas a vantagem das lentes prime é inequívoca. Imagens mais limpas, ajudadas também pela menor distorção, colocam as lentes prime num patamar substancialmente superior, independentemente da distância focal ou abertura utilizada.

RESOLUÇÃO

Se em todos os pontos analisados anteriormente, a média foi tida em linha de conta como o valor a reter, entende-se que no caso da resolução é necessária uma análise mais fina, uma vez que este indicador é crítico para a perceção da imagem registada e varia substancialmente entre lentes de diferente distância focal, bem como entre o centro e os bordos da imagem, sendo que, também neste domínio, há diferenças de relevo entre lentes do mesmo sistema.

Resultados, 16mm:

16mm

Os resultados globais da lente zoom são bastante satisfatórios, tendo globalmente mais resolução do que a lente prime nesta distância focal. Notório o resultado ao centro, a f2.8 e a f4 – excelente ao centro a f8 e a f11, onde os extremos do frame também se destacam.

Nota positiva, muito positiva mesmo para a XF16-55mm f2.8 WR. A 16mm prime quase que dececiona, mas a f2 esta regista valores de resolução muito próximos dos que se registaram a f2.8, o que é excelente e, mesmo a f1.4, os valores ao centro e nos bordos são muito bons, menos convincentes nos extremos. Simples, se o objetivo ou o estilo ou as exigências do trabalho obrigam a maiores aberturas, então a 16mm f1.4 recupera alguma da vantagem perdida para a lente zoom. Caso esta questão não seja crítica, então a lente zoom cumpre com distinção.

Resultados, 23mm:

23mm

Resultados inversos: a lente 23mm fixa produz resultados muito superiores nos bordos e nos extremos do frame (exceto a f8 e a f11). No centro, embora objetivamente os resultados sejam melhores, são-no apenas marginalmente. Se o hábito, o estilo ou a exigência do trabalho condicionam a composição e o sujeito principal acaba, quase invariavelmente, por cair no centro do frame, então a lente zoom cumpre. A f2 e a f1.4 a lente prime é excelente – resolução ao centro, bordos e extremo do frame de nível muito elevado.

Resultados, 35mm:

35mm

Apenas a f8 a lente prime regista valores que se podem considerar efetivamente superiores, de resto a superioridade, embora exista, é mínima, quer ao centro quer nos bordos e extremo do frame.  Vantagem lente zoom. A resolução ao centro da lente prime a f2 e a f1.4 é muito boa, mas os bordos e o extremo do frame dececionam a f2 e a f1.4.

Resultados, 55mm:

55mm

Nesta distância focal a lente prime (XF56mm f1.2) é significativamente superior à lente zoom, em todas as zonas do frame. Curiosamente, a lente fixa tem mais resolução nos extremos do frame do que nos bordos; embora raro, não é caso único.

A f2.8 e a f4 há uma vantagem clara da lente prime e, embora os valores confirmem a tendência a diafragmas mais fechados, a diferença vai-se atenuando.

A f1.2 a lente prime produz resultados bastante bons ao centro, bons na periferia; a f1.6 e a f2 a resolução aumenta a toda a largura do frame.

Se o objeto da tarefa é retrato, se temas em que uma short-tele é crítica para o resultado do trabalho, então a lente fixa é a opção lógica. A lente zoom produz, comparativamente e objetivamente, os piores resultados nesta distância focal.

NOTA FINAL:

A comparação destes resultados obtidos laboratorialmente poderá (assim esperamos) ajudar na tomada de decisões de compra – embora vários outros fatores influenciem os potenciais compradores, amadores ou profissionais. A lente zoom está selada e protegida contra os elementos, das quatro prime em análise apenas a 16mm f1.4 dispõe do mesmo tipo de proteção.

Da análise laboratorial dos resultados obtidos em termos de resolução por cada uma destas lentes não há uma superioridade notória de nenhuma das prime em relação à lente zoom, exceção feita à 56mm f1.2.

Ainda no capítulo da resolução, a 16mm de distância focal a lente zoom iguala a lente prime, a 23mm a lente zoom perde para a sua congénere fixa nos bordos e no extremo do frame, a 35mm regista-se novo equilíbrio e apenas a 55mm há vantagem significativa para a lente fixa.

Já no que concerne às aberrações cromáticas e à distorção a vantagem das lentes prime – de todas elas – é muito significativa e tem impacto na qualidade final da imagem.

Com 5.6% de distorção (barril) a 16mm a lente zoom comprometerá certamente a qualidade da imagem nos bordos do frame – os valores aqui apresentados são os valores absolutos da lente, mas para corrigir esta quantidade considerável de distorção introduzida pelos elementos óticos haverá recurso a interpolação o que pode comprometer a qualidade da imagem. A verificar no terreno. Com 2.4% de distorção (almofada) a 55mm o resultado no extremo tele da objetiva pode ser comprometido pelas mesmas razões. Pela complexidade do desenho da lente, pela dimensão e pelo peso, esperavam-se melhores valores.

Nas vinhetas (valores corrigidos pelo firmware da máquina), regista-se um empate técnico a partir de f2.8, sendo que com este valor de abertura (a abertura máxima da lente zoom) as lentes prime revelam uma superioridade que não choca, mas que será visível nos extremos do frame em imagens com tons uniformes nesta zona, em particular.

Na segunda parte deste comparativo iremos para o terreno analisar o impacto que estas diferenças registadas em laboratório têm em cada uma das imagens produzidas, bem como pontos positivos ou negativos resultantes quer da utilização de cada uma destas lentes prime, quer da lente zoom, sempre em perspetiva e, claro, tentando ser tão objetivos quanto uma análise de campo permite.

John Gallo

 

Links:

Fujifilm Portugal (Lentes XF)

Fujinon XF 16-55mm f2.8 WR

Fujinon XF 16mm f1.4 WR

Fujinon XF 23mm f1.4 R

Fujinon XF 35mm f1.4 R

Fujinon XF 56mm f1.2 R 

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