L’Avalot – Teatro de Rua

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Há circunstâncias extraordinariamente difíceis para equipamento e fotógrafo. Quando se é amador (perdoem-me o abuso, nada tem que ver com o mérito de cada um) e “corre mal”, perdem-se imagens que tanto gostaríamos de ter registado com sucesso. Quem da fotografia faz profissão não pode falhar – o trabalho tem que ser entregue, com toda a qualidade exigível, no prazo acordado.

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Uma das tarefas mais difíceis com que me deparei foi o registo da prestação da companhia de teatro L’Avalot (Barcelona), teatro de rua, itinerante, com grandes efeitos pirotécnicos… à noite. Muito pouca luz (ISO elevado), movimentos erráticos (AF), enormes diferenças entre luz e sombra (gama dinâmica), composição difícil (público a correr para acompanhar o “desfile” pelas ruas, de telemóvel em punho). O pesadelo perfeito.

São estes desafios que fazem, bastas vezes, a diferença entre o amador e/ou o fotógrafo menos treinado e (desculpem a imodéstia) o “seasoned photographer”. O conjunto de imagens produzido (publica-se pequena amostra) atesta também o “state-of-the-art” do equipamento actual.

Todas as imagens © Município de Alfândega da Fé (Turismo de Portugal).

Todas as imagens: Olympus OM-D E-M1 Mark II, objectivas M. Zuiko Digital 12mm f2.0, 75mm f1.8, 40-150mm f2.8 PRO (ISO entre 1600 e 3200).

ACR, Photoshop to taste. Sem manipulação digital.

 

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Pixel peepers, how much resolution do you really need?

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How Much Resolution Do You Really Need?

By Bing Putney on October 11th 2016, SLR Lounge

 

The spec sheets on today’s flagship digital cameras are impressive to say the least. Nikon offers 36, Sony 42, and Canon’s 5DS a staggering 51 megapixels. And that’s just right now, and that’s not touching the likes of Hasselblad and Phase One 100MP offerings. Ever since digital cameras began to supplant film as the industry standard, resolution has been the headline feature of every camera along the way.

The trend of packing more and more pixels onto our image sensors doesn’t seem to be slowing down, as every year we marvel at the newest staggering megapixel number, only to see that number surpassed mere months later. However, in this relentless contest for king of the resolution mountain, it seems rare that we stop and ask the question: how much resolution do we actually NEED?

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Naturally, the answer to this question will be a personal one and dependent on a number of factors, but there are a few constants that can help you as a photographer, to answer it for yourself. For example, we have standards in place to describe the abilities of the human eye, and unless your intended audience is a nest of bald eagles, these guidelines can suggest the point of diminishing returns, resolution-wise.

What Is Resolution?

First, it’s important to understand what we’re talking about when we describe the resolution of a photo. Resolution is essentially the ability of the human eye, camera sensor, printer, or screen to differentiate between two points. To calculate this ability, you need two key pieces of information: the distance between the two points, and the relative viewing distance from those points. Imagine that you’ve lit two candles, placed them 1 foot apart, and drove a mile away from them. At this distance, you would most likely be unable to tell if you were looking at one candle or two. In order to see that there are, in fact, two candles, you would need to move them further apart, or get closer to them.

Keep reading here: https://www.slrlounge.com/how-much-resolution-do-you-really-need/

 

 

Um edifício icónico, parte II

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Mais um par de horas, ao nascer do sol, à volta da estação de camionagem de Viseu. Não me canso deste edifício, acho que ainda teremos parte III, centrada nos utilizadores e na sua interacção com o edifício.

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Para já ficam aqui mais uns quantos momentos, registados na pacatez de uma manhã de domingo de um outono ensolarado e anormalmente quente.

Inferno

Depois da tragédia de Pedrogão, depois da tragédia que assolou os distritos de Viseu, Coimbra e Leiria, em que mais de cem pessoas perderam a vida chegou, sem dúvida alguma, o momento de olhar para a floresta em Portugal com olhos de ver.

Inferno estreia em Novembro, produzido pela Chappa.